"As estrelas de todos os artistas brilham incandescentemente,
mas se esses artistas não aprenderem a falar a linguagem do amor
ou do coração, nunca terão sido realmente carismáticos, nunca terá havido um carisma real e profundo neles e um propósito de valor em seu trabalho e nada terá valido a pena; tudo terá sido em vão"!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 23/10/2010
Código do texto: T2574388
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domingo, 24 de outubro de 2010
Os versos...! (*)
“Os versos
de qualquer poesia, poema ou canção
são um jardim de flores perfumadas
que embriagam a luz do candeeiro do coração;
proporcionam clarividência a intuição
e abrandam o fogo agitado dos pensamentos,
cooperando para que a alma e o corpo entrem
num estado de relaxamento, de serenidade,
de calmaria, de êxtase, de devaneio,
de alegria, de paz, de amor, de harmonia,
de reflexão, de sabedoria, de imaginação,
de utopia, de sonhos ou quimeras
e sem isso continua-se existindo,
mas deixa-se de viver"!
(*) Então, parabéns a todos os poetas pela passagem do dia 20 de outubro, data em que é comemorado o “Dia do Poeta”!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 20/10/2010
Código do texto: T2567205
de qualquer poesia, poema ou canção
são um jardim de flores perfumadas
que embriagam a luz do candeeiro do coração;
proporcionam clarividência a intuição
e abrandam o fogo agitado dos pensamentos,
cooperando para que a alma e o corpo entrem
num estado de relaxamento, de serenidade,
de calmaria, de êxtase, de devaneio,
de alegria, de paz, de amor, de harmonia,
de reflexão, de sabedoria, de imaginação,
de utopia, de sonhos ou quimeras
e sem isso continua-se existindo,
mas deixa-se de viver"!
(*) Então, parabéns a todos os poetas pela passagem do dia 20 de outubro, data em que é comemorado o “Dia do Poeta”!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 20/10/2010
Código do texto: T2567205
Versos
“Os versos
de qualquer poesia,
poema ou canção
possuem um perfume
e um encanto
que transmutam o fogo
do meu pensamento,
da minha intuição
e das minhas visões,
causando-me sossego,
satisfação e bem-estar,
proporcionando-me um
estado de êxtase”!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 20/10/2010
Código do texto: T2567169
de qualquer poesia,
poema ou canção
possuem um perfume
e um encanto
que transmutam o fogo
do meu pensamento,
da minha intuição
e das minhas visões,
causando-me sossego,
satisfação e bem-estar,
proporcionando-me um
estado de êxtase”!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 20/10/2010
Código do texto: T2567169
Beijando sua alma!
Beijo sua alma,
A todo momento,
Mesmo à distância,
Em pensamento,
Com o mais puro sentimento!
Assim a vida vai passando
Mais tranqüila e melhor
Pois a brasa fervente,
Incandescente,
Do nosso amor,
Já está em ebulição,
Embora ainda no princípio.
Então, amorosamente,
Vou amando-a incansavelmente,
Beijando sua alma afetuosamente,
Mesmo estando longe de você
E, assim, parece que, juntos,
Estamos a beijar-nos, a abraçar-nos
E a amar-nos.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 19/10/2010
Código do texto: T2565738
A todo momento,
Mesmo à distância,
Em pensamento,
Com o mais puro sentimento!
Assim a vida vai passando
Mais tranqüila e melhor
Pois a brasa fervente,
Incandescente,
Do nosso amor,
Já está em ebulição,
Embora ainda no princípio.
Então, amorosamente,
Vou amando-a incansavelmente,
Beijando sua alma afetuosamente,
Mesmo estando longe de você
E, assim, parece que, juntos,
Estamos a beijar-nos, a abraçar-nos
E a amar-nos.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 19/10/2010
Código do texto: T2565738
terça-feira, 19 de outubro de 2010
A poesia é eterna!
O poeta é eterno!
Se o poeta se eterniza é em razão de ter escrito poesia,
que é uma obra de arte.
Então a poesia é um ato realizado por inspiração humana,
mas a imaginação e a criatividade do poeta são transpessoais,
isto é, estão conectadas com a existência.
Por isso, a poesia é eterna!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 18/10/2010
Código do texto: T2562955
Se o poeta se eterniza é em razão de ter escrito poesia,
que é uma obra de arte.
Então a poesia é um ato realizado por inspiração humana,
mas a imaginação e a criatividade do poeta são transpessoais,
isto é, estão conectadas com a existência.
Por isso, a poesia é eterna!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 18/10/2010
Código do texto: T2562955
A beleza da poesia!
O poeta é eterno!
Se o poeta se eterniza é em razão de ter escrito a poesia, que é uma obra de arte.
Então a poesia é um ato realizado por inspiração humana,
mas a imaginação e a criatividade do poeta são transpessoais,
isto é, estão conectadas com a existência.
Por isso, a beleza da poesia é um raio de luz divino.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 18/10/2010
Código do texto: T2562897
Se o poeta se eterniza é em razão de ter escrito a poesia, que é uma obra de arte.
Então a poesia é um ato realizado por inspiração humana,
mas a imaginação e a criatividade do poeta são transpessoais,
isto é, estão conectadas com a existência.
Por isso, a beleza da poesia é um raio de luz divino.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 18/10/2010
Código do texto: T2562897
O que é ser poeta?
Ser poeta é sentir, vivenciar e falar a linguagem do coração!
Assim, a vida do poeta é instigante, estimulante, incitante e agitada como as ondas do mar mas, ao mesmo tempo, é tranquila, pacífica e harmônica como o firmamento!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 14/10/2010
Código do texto: T2557144
Assim, a vida do poeta é instigante, estimulante, incitante e agitada como as ondas do mar mas, ao mesmo tempo, é tranquila, pacífica e harmônica como o firmamento!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 14/10/2010
Código do texto: T2557144
Mais solidariedade e menos cobiça!
"O sistema está errado, eu sou um mal-educado. O sistema está errado, eu sou um mal-afamado. O sistema está errado, eu sou um pobre-diabo".
Estes versos são da letra de música intitulada "O sistema está errado", de autoria de Naza Poeta Holístico. Em resumo, ele diz que nenhum partido vai mudar o Brasil enquanto o sistema mundial for injusto e caótico. O Brasil e o mundo precisam mesmo é de mais amor, de mais vida humanitária, de mais poesia e de todas as outras artes; precisam falar mais a linguagem do coração e menos a da razão.
Eis a solução para todos.
Mas é muitíssimo importante que haja democracia em todo o processo eleitoral pois, com o poder do voto, o povo exerce o poder de escolha e o poder de optar por dias melhores através da alternância dos dirigentes do país. Então, se Dilma ganhar esta eleição e eleger-se Presidente do Brasil, será a primeira mulher a governar a nação brasileira. Esperamos, assim, nós, brasileiros, que a energia “yin” no comando do país fale-nos mais sobre as coisas do coração, preenchendo necessidades vitais de saúde, alimentação, moradia e educação.
Então, que a Dilma seja a futura Presidente do Brasil e se, ao final do seu mandato, ela não correspondeu aos anseios do povo brasileiro, então haverá a oportunidade de eleger-se novamente um homem como Presidente ou também uma outra mulher.
É por isso que a democracia ainda é a melhor forma de governo pois os governantes eleitos, ao exercerem os seus respectivos cargos, têm a oportunidade de não perder de vista a contínua observação da necessidade de sempre injetar-se mais e mais amor, de promover-se
- sempre e mais – a vida humanitária, de promover-se mais poesia e as outras artes em geral etc.
Sintetizando: quaisquer que sejam os governantes de qualquer país, precisam mesmo é observar mais – e assim realmente exercitar-se –
a linguagem do coração para, consequentemente, exercitar-se de menos a linguagem da razão.
Eis a solução, em resumo, para todos os povos pois a vida das pessoas, ao colocar-se em prática esse pensamento, ganhará mais qualidade em razão de haver, então, mais solidariedade entre os seres humanos e menos competição, ganância, ambição e cobiça.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 14/10/2010
Código do texto: T2555366
Estes versos são da letra de música intitulada "O sistema está errado", de autoria de Naza Poeta Holístico. Em resumo, ele diz que nenhum partido vai mudar o Brasil enquanto o sistema mundial for injusto e caótico. O Brasil e o mundo precisam mesmo é de mais amor, de mais vida humanitária, de mais poesia e de todas as outras artes; precisam falar mais a linguagem do coração e menos a da razão.
Eis a solução para todos.
Mas é muitíssimo importante que haja democracia em todo o processo eleitoral pois, com o poder do voto, o povo exerce o poder de escolha e o poder de optar por dias melhores através da alternância dos dirigentes do país. Então, se Dilma ganhar esta eleição e eleger-se Presidente do Brasil, será a primeira mulher a governar a nação brasileira. Esperamos, assim, nós, brasileiros, que a energia “yin” no comando do país fale-nos mais sobre as coisas do coração, preenchendo necessidades vitais de saúde, alimentação, moradia e educação.
Então, que a Dilma seja a futura Presidente do Brasil e se, ao final do seu mandato, ela não correspondeu aos anseios do povo brasileiro, então haverá a oportunidade de eleger-se novamente um homem como Presidente ou também uma outra mulher.
É por isso que a democracia ainda é a melhor forma de governo pois os governantes eleitos, ao exercerem os seus respectivos cargos, têm a oportunidade de não perder de vista a contínua observação da necessidade de sempre injetar-se mais e mais amor, de promover-se
- sempre e mais – a vida humanitária, de promover-se mais poesia e as outras artes em geral etc.
Sintetizando: quaisquer que sejam os governantes de qualquer país, precisam mesmo é observar mais – e assim realmente exercitar-se –
a linguagem do coração para, consequentemente, exercitar-se de menos a linguagem da razão.
Eis a solução, em resumo, para todos os povos pois a vida das pessoas, ao colocar-se em prática esse pensamento, ganhará mais qualidade em razão de haver, então, mais solidariedade entre os seres humanos e menos competição, ganância, ambição e cobiça.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 14/10/2010
Código do texto: T2555366
Sócios no amor e nos negócios!
Já somos sócios no amor e nos negócios!
Agora, como dar para trás? Todas as propostas sempre estarão de pé, até o amor acabar. E quanto ao amor, "que seja eterno enquanto dure". E, se o amor durar para sempre, eternos serão nossos negócios, eternos serão nossos compromissos, eternos serão nossos presentes, eternos serão nossos discernimentos, eternas serão nossas sagacidades, eternas serão nossas conversas, eternas serão as nossas resoluções, eternas serão as nossas determinações, eternas serão nossas parcerias, eternas serão nossas alegrias, eternas serão nossas cantorias, eternas serão nossas poesias, eternas serão nossas harmonias e tudo será eterno mas, para o amor durar para sempre, eterno terá que ser o nosso compromisso com o amor, que é sinônimo de sinceridade, compreensão, confiança, cumplicidade, partilha, amizade, respeito, participação, afeição e doçura. Mas, acima de tudo, para que tudo isso possa acontecer, que esse compromisso com o amor assumido por nós ouça e atenda as vontades do coração porque, se ouvir "apenas" as vontades da razão, não será amor mas sim puro comércio, predestinado a ser malsucedido.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 03/10/2010
Código do texto: T2534782
Agora, como dar para trás? Todas as propostas sempre estarão de pé, até o amor acabar. E quanto ao amor, "que seja eterno enquanto dure". E, se o amor durar para sempre, eternos serão nossos negócios, eternos serão nossos compromissos, eternos serão nossos presentes, eternos serão nossos discernimentos, eternas serão nossas sagacidades, eternas serão nossas conversas, eternas serão as nossas resoluções, eternas serão as nossas determinações, eternas serão nossas parcerias, eternas serão nossas alegrias, eternas serão nossas cantorias, eternas serão nossas poesias, eternas serão nossas harmonias e tudo será eterno mas, para o amor durar para sempre, eterno terá que ser o nosso compromisso com o amor, que é sinônimo de sinceridade, compreensão, confiança, cumplicidade, partilha, amizade, respeito, participação, afeição e doçura. Mas, acima de tudo, para que tudo isso possa acontecer, que esse compromisso com o amor assumido por nós ouça e atenda as vontades do coração porque, se ouvir "apenas" as vontades da razão, não será amor mas sim puro comércio, predestinado a ser malsucedido.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 03/10/2010
Código do texto: T2534782
A solitude e o silêncio!
A solitude e o silêncio nos dizem tudo!
Com a solitude e o silêncio nasce a inspiração
que fala-nos de amor, de poesia, de alegria,
de música, de sabedoria, de amizade, de harmonia,
de cantoria, de vivências, de terapias, e isso nos diz tudo.
A composição poética e musical só acontece
quando estamos em solitude e em silêncio, centrados,
porque só assim, e somente assim, nascem
a poesia e a melodia e as artes em geral.
Somente em solitude e em silêncio o artista pode
contribuir com a humanidade compondo a sua poesia
ou a sua melodia etc. Então, com a contribuição da solitude e
do silêncio é que todos os poetas podem compor e, com
a inspiração de muitos poetas, a poesia continua forte e
estamos contribuindo, então, com a nossa energia amorosa
para tornar a vida humana um pouquinho mais tranquila
e melhor. Ao nos unirmos em torno do amor, da poesia, da
alegria, dos encantamentos, do nascer e do pôr do sol etc.,
a vida, em geral, ganha – como já está ganhando – mais sabor,
mais paz, mais alegria, mais amor, mais harmonia, mais saúde,
mais sagacidade, mais tirocínio, mais discernimento, mais
sabedoria e, ao colocarmos em prática todos esses bons
sentimentos, as virtudes inerentes ao ser humano ficam
fortalecidas, aumentando sua autoconfiança e o seu bem-estar.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 25/09/2010
Código do texto: T2519769
Com a solitude e o silêncio nasce a inspiração
que fala-nos de amor, de poesia, de alegria,
de música, de sabedoria, de amizade, de harmonia,
de cantoria, de vivências, de terapias, e isso nos diz tudo.
A composição poética e musical só acontece
quando estamos em solitude e em silêncio, centrados,
porque só assim, e somente assim, nascem
a poesia e a melodia e as artes em geral.
Somente em solitude e em silêncio o artista pode
contribuir com a humanidade compondo a sua poesia
ou a sua melodia etc. Então, com a contribuição da solitude e
do silêncio é que todos os poetas podem compor e, com
a inspiração de muitos poetas, a poesia continua forte e
estamos contribuindo, então, com a nossa energia amorosa
para tornar a vida humana um pouquinho mais tranquila
e melhor. Ao nos unirmos em torno do amor, da poesia, da
alegria, dos encantamentos, do nascer e do pôr do sol etc.,
a vida, em geral, ganha – como já está ganhando – mais sabor,
mais paz, mais alegria, mais amor, mais harmonia, mais saúde,
mais sagacidade, mais tirocínio, mais discernimento, mais
sabedoria e, ao colocarmos em prática todos esses bons
sentimentos, as virtudes inerentes ao ser humano ficam
fortalecidas, aumentando sua autoconfiança e o seu bem-estar.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 25/09/2010
Código do texto: T2519769
Os poetas são profetas! (*)
Desculpem-me pelo fato de eu estar respondendo seu "e-mail" somente agora.
Mas este e-mail retrata a história de mais um poeta/músico que é detido com seu violão, apenas porque está cantando, poetisando e se divertindo com seu instrumento musical.
É assim mesmo: os poetas são considerados sem valor, são boêmios que não fazem falta à sociedade e, por isso mesmo, geralmente são amaldiçoados e execrados.
Mas Deus deu-me o dom de ser poeta, a mim e à Carminha e eu e ela, mais do que ninguém, achamos isso muito importante, assim como acham também os outros poetas existentes na face da Terra, porque sabemos que é uma missão que nós temos, ou seja, com o raciocínio aguçado e com o "dom da palavra" que nos foi dado, podemos profetizar sobre futuros malefícios que podem se abater sobre o planeta Terra, e podemos falar de amor, falar de tristeza, de alegria, das dificuldades etc. Exemplo disso é o que escrevi no livro "Trajetória" da Academia de Letras de Biguaçu, Grande Florianópolis, que vocês receberam de presente. Ali eu escrevi "Água Doce", cuja mensagem é a seguinte, em resumo: cuidem da água doce pois, senão, não haverá mais vida no planeta Terra no futuro.
Parece ser, a princípio, um texto insignificante. Mas está ali. Foi publicado para advertir as autoridades e todas as pessoas do Planeta, que lerem ou tiverem acesso ao livro, a dar mais importância a esse líquido tão precioso, porque ele é sinônimo de vida.
Os poetas também cantam o belo, a alegria, o amor etc.
Vocês e filhos também são poetas, conscientizem-se disso. Talvez vocês nunca tenham escrito um poema, sequer um verso! Mas o estilo de vida de vocês é uma poesia! A vida de vocês e filhos são uma poesia rara porque é regada a muito amor e doação ao próximo, gerando harmonia e paz por onde vocês circulam. Talvez um dia eu capte, do Cosmos, o poema que reflete o amor transbordante que vocês exalam! Vocês são flores do campo, são orquídeas raras, são rosas, são jasmins, são lírios, enfim, vocês são um perfume embriagante amoroso sintetizado da essência de todas as flores do planeta Terra!
Ah! Que aroma gostoso é sentido quando eu e a Carminha estamos desfrutando de suas companhias! Como é bom, como é belo, como é harmônico! Quanta paz, quanta alegria, quanta benção, quanto amor!
Voltando à resposta ao e-mail, digo que eu mesmo tive duas experiências com a Polícia Militar, nada agradáveis, no passado:
1) A primeira foi em 1979, quando eu e um grande amigo estávamos circulando pelo "campus" da Universidade Federal de Santa Catarina; na época, eu era acadêmico do curso de Farmácia e Bioquímica; de repente, fomos cercados por três camburões da Polícia Militar e detidos; deram uma geral em nós dois e, como não encontraram nenhuma irregularidade conosco, o comandante geral do pelotão pediu então que eu desse o meu dedo para ele cheirar; eu respondi que não, que isso eu não iria fazer. Então, aproximaram-se mais soldados fortemente armados e obrigaram-me a dar o meu dedo indicador para o comandante da Polícia Militar cheirar; pois bem, após ele cheirar, ele disse em alto e bom tom:
Ah! que cheirinho gostoso!
Em razão desse episódio, compus um poema e uma canção chamada "Mundo-cão", que não transcrevo agora pois não tenho a letra; mas todos que escutaram, até hoje, gostaram muito e todos deram muita rizada, inclusive eu e a Carminha, em razão de todo esse episódio.
2) A segunda experiência, que não sei mais exatamente em que época foi, aconteceu quando eu estava com uma galera tocando violão e cantando, como sempre (fiz isso a vida toda), na praia da Barra da Lagoa, num bar em frente ao rio da Barra. O astral estava ótimo, maravilhoso, como sempre. Muita cantoria, muita alegria, todos os presentes participando e cantando, enfim, mais uma festa acontecendo.
Num determinado momento chegou a Polícia Militar e os policiais se aproximaram e, então, comecei a cantar a música do "Geraldo Vandré" – "Pra não dizer que não falei das flores" –, música essa que, na época, virou um hino de protesto contra o regime militar e, por essa razão, eu cantava muito pelos cantos da Universidade Federal de Santa Catarina, ainda em 1979, quando imperava a Ditadura Militar.
Então, na praia da Barra da Lagoa, sul da Ilha de Santa Catarina, os "funcionários" da Segurança Pública, então, aproximaram-se ainda mais e foram se aproximando e fazendo pressão, todos fortemente armados, e aí mesmo é que eu cantava fortemente e com toda a entonação e afinação. Até que os soldados chegaram bem próximos e, mesmo assim, a música continuou. Ainda bem que nada grave aconteceu, somente a pressão psicológica dos policiais foi o que houve, e que foi muito forte, mas consegui cantar a música “Pra não dizer que não falei das flores”, do Vandré, até o final, com a doce companhia do pelotão armado da Polícia Militar.
Mas, em resumo, na minha vida tudo sempre transcorreu dentro da normalidade, mesmo ao enfrentar grandes aborrecimentos como os que aqui foram relatados e, também, mesmo tendo que enfrentar a outros grandes aborrecimentos diversos que geralmente existem no caminho de todas as pessoas e que, infelizmente, às vezes, acarretam crises existenciais, desgostos e mágoas para sempre.
Mas, atualmente, aqui em casa está tudo certo; tudo está bem com a minha vida, com a vida de minha esposa e com a vida de nosso filho; em nossas vidas tudo está caminhando dentro da normalidade. Atualmente, eu, a Carminha e o Fred estamos respirando tranquilos, com suavidade e num rítmo compassado.
E QUANTO A VOCÊS, JÁ ESTAMOS COM SAUDADES!
AGORA QUE SABEMOS QUE TUDO ESTÁ BEM,
ESPERAMOS CONTINUAR VISITANDO-NOS!
OBRIGADO POR ESTE "E-MAIL" REMETIDO EM MUITO BOA HORA!
SUA MENSAGEM É MUITO BOA, MUITO OPORTUNA E SEMPRE SERÁ ATUAL!
OBRIGADO PELA AMIZADE DE VOCÊS!
ABRAÇO FRATERNO EM TODOS!
(*) Os amigos a que Naza Poeta Holístico faz referência neste e-mail são o casal Roberto Max Livramento e Andréa da Silva Livramento, que enviaram o e-mail - em epígrafe - para o Poeta no dia 08/02/2009 e que, resumidamente, diz o seguinte:
“Em 1955, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, um grupo de boêmios fazia serenata numa madrugada do mês de junho, quando chegou a polícia e apreendeu o violão. Decepcionado, o grupo recorreu aos serviços do advogado Ronaldo Cunha Lima, recentemente saído da Faculdade e que também apreciava uma boa seresta.
A petição chamou-se “habeas-pinho” e foi redigida em forma de poesia e ficou conhecida, na época, por todo o nordeste brasileiro.
O juiz de direito Arthur Moura deu a sentença também em versos, liberando o violão.
Em resposta a este e-mail é que Naza Poeta Holístico redigiu a resposta na data de 08/09/2009 e remeteu aos emitentes de volta,
e postou no site Recanto das Letras na data da postagem em vigor.
(*) Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
Geraldo Vandré
Composição: Geraldo Vandré
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 23/09/2010
Código do texto: T2515795
Mas este e-mail retrata a história de mais um poeta/músico que é detido com seu violão, apenas porque está cantando, poetisando e se divertindo com seu instrumento musical.
É assim mesmo: os poetas são considerados sem valor, são boêmios que não fazem falta à sociedade e, por isso mesmo, geralmente são amaldiçoados e execrados.
Mas Deus deu-me o dom de ser poeta, a mim e à Carminha e eu e ela, mais do que ninguém, achamos isso muito importante, assim como acham também os outros poetas existentes na face da Terra, porque sabemos que é uma missão que nós temos, ou seja, com o raciocínio aguçado e com o "dom da palavra" que nos foi dado, podemos profetizar sobre futuros malefícios que podem se abater sobre o planeta Terra, e podemos falar de amor, falar de tristeza, de alegria, das dificuldades etc. Exemplo disso é o que escrevi no livro "Trajetória" da Academia de Letras de Biguaçu, Grande Florianópolis, que vocês receberam de presente. Ali eu escrevi "Água Doce", cuja mensagem é a seguinte, em resumo: cuidem da água doce pois, senão, não haverá mais vida no planeta Terra no futuro.
Parece ser, a princípio, um texto insignificante. Mas está ali. Foi publicado para advertir as autoridades e todas as pessoas do Planeta, que lerem ou tiverem acesso ao livro, a dar mais importância a esse líquido tão precioso, porque ele é sinônimo de vida.
Os poetas também cantam o belo, a alegria, o amor etc.
Vocês e filhos também são poetas, conscientizem-se disso. Talvez vocês nunca tenham escrito um poema, sequer um verso! Mas o estilo de vida de vocês é uma poesia! A vida de vocês e filhos são uma poesia rara porque é regada a muito amor e doação ao próximo, gerando harmonia e paz por onde vocês circulam. Talvez um dia eu capte, do Cosmos, o poema que reflete o amor transbordante que vocês exalam! Vocês são flores do campo, são orquídeas raras, são rosas, são jasmins, são lírios, enfim, vocês são um perfume embriagante amoroso sintetizado da essência de todas as flores do planeta Terra!
Ah! Que aroma gostoso é sentido quando eu e a Carminha estamos desfrutando de suas companhias! Como é bom, como é belo, como é harmônico! Quanta paz, quanta alegria, quanta benção, quanto amor!
Voltando à resposta ao e-mail, digo que eu mesmo tive duas experiências com a Polícia Militar, nada agradáveis, no passado:
1) A primeira foi em 1979, quando eu e um grande amigo estávamos circulando pelo "campus" da Universidade Federal de Santa Catarina; na época, eu era acadêmico do curso de Farmácia e Bioquímica; de repente, fomos cercados por três camburões da Polícia Militar e detidos; deram uma geral em nós dois e, como não encontraram nenhuma irregularidade conosco, o comandante geral do pelotão pediu então que eu desse o meu dedo para ele cheirar; eu respondi que não, que isso eu não iria fazer. Então, aproximaram-se mais soldados fortemente armados e obrigaram-me a dar o meu dedo indicador para o comandante da Polícia Militar cheirar; pois bem, após ele cheirar, ele disse em alto e bom tom:
Ah! que cheirinho gostoso!
Em razão desse episódio, compus um poema e uma canção chamada "Mundo-cão", que não transcrevo agora pois não tenho a letra; mas todos que escutaram, até hoje, gostaram muito e todos deram muita rizada, inclusive eu e a Carminha, em razão de todo esse episódio.
2) A segunda experiência, que não sei mais exatamente em que época foi, aconteceu quando eu estava com uma galera tocando violão e cantando, como sempre (fiz isso a vida toda), na praia da Barra da Lagoa, num bar em frente ao rio da Barra. O astral estava ótimo, maravilhoso, como sempre. Muita cantoria, muita alegria, todos os presentes participando e cantando, enfim, mais uma festa acontecendo.
Num determinado momento chegou a Polícia Militar e os policiais se aproximaram e, então, comecei a cantar a música do "Geraldo Vandré" – "Pra não dizer que não falei das flores" –, música essa que, na época, virou um hino de protesto contra o regime militar e, por essa razão, eu cantava muito pelos cantos da Universidade Federal de Santa Catarina, ainda em 1979, quando imperava a Ditadura Militar.
Então, na praia da Barra da Lagoa, sul da Ilha de Santa Catarina, os "funcionários" da Segurança Pública, então, aproximaram-se ainda mais e foram se aproximando e fazendo pressão, todos fortemente armados, e aí mesmo é que eu cantava fortemente e com toda a entonação e afinação. Até que os soldados chegaram bem próximos e, mesmo assim, a música continuou. Ainda bem que nada grave aconteceu, somente a pressão psicológica dos policiais foi o que houve, e que foi muito forte, mas consegui cantar a música “Pra não dizer que não falei das flores”, do Vandré, até o final, com a doce companhia do pelotão armado da Polícia Militar.
Mas, em resumo, na minha vida tudo sempre transcorreu dentro da normalidade, mesmo ao enfrentar grandes aborrecimentos como os que aqui foram relatados e, também, mesmo tendo que enfrentar a outros grandes aborrecimentos diversos que geralmente existem no caminho de todas as pessoas e que, infelizmente, às vezes, acarretam crises existenciais, desgostos e mágoas para sempre.
Mas, atualmente, aqui em casa está tudo certo; tudo está bem com a minha vida, com a vida de minha esposa e com a vida de nosso filho; em nossas vidas tudo está caminhando dentro da normalidade. Atualmente, eu, a Carminha e o Fred estamos respirando tranquilos, com suavidade e num rítmo compassado.
E QUANTO A VOCÊS, JÁ ESTAMOS COM SAUDADES!
AGORA QUE SABEMOS QUE TUDO ESTÁ BEM,
ESPERAMOS CONTINUAR VISITANDO-NOS!
OBRIGADO POR ESTE "E-MAIL" REMETIDO EM MUITO BOA HORA!
SUA MENSAGEM É MUITO BOA, MUITO OPORTUNA E SEMPRE SERÁ ATUAL!
OBRIGADO PELA AMIZADE DE VOCÊS!
ABRAÇO FRATERNO EM TODOS!
(*) Os amigos a que Naza Poeta Holístico faz referência neste e-mail são o casal Roberto Max Livramento e Andréa da Silva Livramento, que enviaram o e-mail - em epígrafe - para o Poeta no dia 08/02/2009 e que, resumidamente, diz o seguinte:
“Em 1955, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, um grupo de boêmios fazia serenata numa madrugada do mês de junho, quando chegou a polícia e apreendeu o violão. Decepcionado, o grupo recorreu aos serviços do advogado Ronaldo Cunha Lima, recentemente saído da Faculdade e que também apreciava uma boa seresta.
A petição chamou-se “habeas-pinho” e foi redigida em forma de poesia e ficou conhecida, na época, por todo o nordeste brasileiro.
O juiz de direito Arthur Moura deu a sentença também em versos, liberando o violão.
Em resposta a este e-mail é que Naza Poeta Holístico redigiu a resposta na data de 08/09/2009 e remeteu aos emitentes de volta,
e postou no site Recanto das Letras na data da postagem em vigor.
(*) Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
Geraldo Vandré
Composição: Geraldo Vandré
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...
Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 23/09/2010
Código do texto: T2515795
Flores da primavera!
A primavera nasce e renasce!
As flores estão sempre florescendo e
Encantam com seus perfumes e
Alimentam os poetas, que tornam-se
Embriagados pelos êxtases inspiratórios
Que elas proporcionam.
As flores representam a parte mais fina,
Mais sutil da vida e, por isso mesmo,
São tão belas e tão expressivas!
Possuem vida curta mas,
No seu espaço ínfimo de vida,
Transmitem uma energia harmônica, divina,
Que enebria poetas e pessoas sensíveis,
Deixando uma fragrância
De suavidade, de simplicidade e de amor,
Tornando a vida dos seres humanos,
Em geral, mais feliz, mais leve e melhor!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 21/09/2010
Código do texto: T2512477
As flores estão sempre florescendo e
Encantam com seus perfumes e
Alimentam os poetas, que tornam-se
Embriagados pelos êxtases inspiratórios
Que elas proporcionam.
As flores representam a parte mais fina,
Mais sutil da vida e, por isso mesmo,
São tão belas e tão expressivas!
Possuem vida curta mas,
No seu espaço ínfimo de vida,
Transmitem uma energia harmônica, divina,
Que enebria poetas e pessoas sensíveis,
Deixando uma fragrância
De suavidade, de simplicidade e de amor,
Tornando a vida dos seres humanos,
Em geral, mais feliz, mais leve e melhor!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 21/09/2010
Código do texto: T2512477
Felicidade!
Enquanto se sonha, o amor existe!
O amor somente desaparece de nossas vidas,
quando o sonho deixa de existir.
Enquanto houver encantamento,
a vida é bela porque o amor existe
e, uma vez que tem-se a certeza
que o amor está dentro de nós e a nos rodear,
a vida ganha um sentido transpessoal,
harmônico, divino e maravilhoso.
Quando você adquire essa consciência,
Você "vê" as estrelas, entra em comunhão com o luar,
você "ouve" a música do murmurar das
ondas do mar e das águas do riacho etc.
Nesse momento você sente a existência da
energia do todo, a energia do amor,
que paira em todo o universo.
Então, você sente que isso é a felicidade!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 15/09/2010
Código do texto: T2499665
O amor somente desaparece de nossas vidas,
quando o sonho deixa de existir.
Enquanto houver encantamento,
a vida é bela porque o amor existe
e, uma vez que tem-se a certeza
que o amor está dentro de nós e a nos rodear,
a vida ganha um sentido transpessoal,
harmônico, divino e maravilhoso.
Quando você adquire essa consciência,
Você "vê" as estrelas, entra em comunhão com o luar,
você "ouve" a música do murmurar das
ondas do mar e das águas do riacho etc.
Nesse momento você sente a existência da
energia do todo, a energia do amor,
que paira em todo o universo.
Então, você sente que isso é a felicidade!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 15/09/2010
Código do texto: T2499665
Energia da poesia! (*)
Você, Catherine, é a própria
encarnação da poesia,
poesia esta que, de tão bela,
tomou posse do seu coração,
do coração de uma mulher
que é uma estrela cadente,
encantada e fascinante!
Você, Catherine, é um sol
inspirador que brilha no coração
de cada poeta que a conhece
pois, imediatamente,
o poeta passa a amá-la
e a energia desse brilho
resplandece para o mundo,
tornando-o mais tranqüilo,
mais ameno, mais feliz
e, consequentemente,
melhor para viver-se!
Maria Catherine:
você, para o poeta,
é fonte de inspiração!
Você, para o poeta, possui
o magnetismo de um luar,
a doçura do mel e a
sensibilidade de uma flor!
Por todo o trabalho que desenvolve,
às vezes, você também deve tornar-se
um vulcão mas, o calor de sua lava
não deve machucar e não deve ferir
ninguém, porque você demonstra
sempre buscar o que é justo
e tudo serve apenas para acertar
e organizar ainda mais
a seqüência do seu labor,
que é tão necessário e tão útil
para estimular a criatividade
dos poetas e dos escritores
de todos os estilos!
Por isso, o poeta a ama,
porque você é a própria
energia da poesia!
(*) Prosa poética inspirada na amiga virtual “Maria Catherine Rabello” – colunista do “Jornal da Cidade Online”, cujo “site” é
www.jornaldacidadeonline.com.br/listagem_colunistas.aspx –,
por todo o trabalho que vem desempenhando em prol
da divulgação da poesia e de vários outros textos de
interesse geral para o povo brasileiro.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 15/09/2010
Código do texto: T2498706
encarnação da poesia,
poesia esta que, de tão bela,
tomou posse do seu coração,
do coração de uma mulher
que é uma estrela cadente,
encantada e fascinante!
Você, Catherine, é um sol
inspirador que brilha no coração
de cada poeta que a conhece
pois, imediatamente,
o poeta passa a amá-la
e a energia desse brilho
resplandece para o mundo,
tornando-o mais tranqüilo,
mais ameno, mais feliz
e, consequentemente,
melhor para viver-se!
Maria Catherine:
você, para o poeta,
é fonte de inspiração!
Você, para o poeta, possui
o magnetismo de um luar,
a doçura do mel e a
sensibilidade de uma flor!
Por todo o trabalho que desenvolve,
às vezes, você também deve tornar-se
um vulcão mas, o calor de sua lava
não deve machucar e não deve ferir
ninguém, porque você demonstra
sempre buscar o que é justo
e tudo serve apenas para acertar
e organizar ainda mais
a seqüência do seu labor,
que é tão necessário e tão útil
para estimular a criatividade
dos poetas e dos escritores
de todos os estilos!
Por isso, o poeta a ama,
porque você é a própria
energia da poesia!
(*) Prosa poética inspirada na amiga virtual “Maria Catherine Rabello” – colunista do “Jornal da Cidade Online”, cujo “site” é
www.jornaldacidadeonline.com.br/listagem_colunistas.aspx –,
por todo o trabalho que vem desempenhando em prol
da divulgação da poesia e de vários outros textos de
interesse geral para o povo brasileiro.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 15/09/2010
Código do texto: T2498706
Carta a um amigo de fé, irmão camarada!
Em algum momento alguém já disse pra você, além de mim, que “você é um amigo de fé, irmão camarada"?
Sim! Certamente algumas pessoas já lhe pronunciaram esta frase, porque você é um jardim florido, capaz de encantar a pessoa mais triste que houver. Você possui um amor, inteligência e tirocínio incomuns!
Que bom ser seu amigo à distância. Porque, às vezes, também nos encontramos pessoalmente e nos divertimos e descansamos muito. Então, estamos sempre renovando nossas energias de amor e de afeto quando nos abraçamos e conversamos pessoalmente. Quando nos encontramos pessoalmente, juntos sonhamos e, um sonho sonhado a dois, é profundamente belo porque acontece um desejo intenso e vivo de compartilhar nossas amizades, nossas afinidades, nosso amor, enfim, nossas vidas! Então, somos felizes pois vivemos em harmonia, com paz e amor, à distância ou pessoalmente!
Um grande abraço pra você, amigo de fé, irmão camarada!
Tudo de bom e muita sorte!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 14/09/2010
Código do texto: T2496647
Sim! Certamente algumas pessoas já lhe pronunciaram esta frase, porque você é um jardim florido, capaz de encantar a pessoa mais triste que houver. Você possui um amor, inteligência e tirocínio incomuns!
Que bom ser seu amigo à distância. Porque, às vezes, também nos encontramos pessoalmente e nos divertimos e descansamos muito. Então, estamos sempre renovando nossas energias de amor e de afeto quando nos abraçamos e conversamos pessoalmente. Quando nos encontramos pessoalmente, juntos sonhamos e, um sonho sonhado a dois, é profundamente belo porque acontece um desejo intenso e vivo de compartilhar nossas amizades, nossas afinidades, nosso amor, enfim, nossas vidas! Então, somos felizes pois vivemos em harmonia, com paz e amor, à distância ou pessoalmente!
Um grande abraço pra você, amigo de fé, irmão camarada!
Tudo de bom e muita sorte!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 14/09/2010
Código do texto: T2496647
Amigo bacana! (*)
Em algum momento alguém já disse pra você, além de mim, que “você é um cara bacana”?
Sim! Certamente algumas pessoas já lhe pronunciaram esta frase, porque você é um jardim florido, capaz de encantar a pessoa mais triste que houver. Você possui um amor, inteligência e tirocínio incomuns!
Que bom ser seu amigo, mesmo à distância. Aliás, à distância é ainda melhor porque permanece-se sempre com o sonho de um dia encontrá-lo pessoalmente e, se esse sonho nunca se concretizar, a vida continuará sendo um eterno sonhar, uma eterna esperança de um dia esse sonho se realizar.
E, se ao contrário, um dia nos encontrarmos pessoalmente, juntos sonharemos e será um sonho sonhado a dois, profundamente belo e haverá de acontecer um desejo intenso e vivo de compartilhar nossas amizades, nossas afinidades, nosso amor, enfim, nossas vidas!
(*) Prosa poética dedicada a todos os amigos virtuais de “Naza Poeta
Holístico”, inclusive os do “site” literário “Recanto das Letras”.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 08/09/2010
Código do texto: T2486285
Sim! Certamente algumas pessoas já lhe pronunciaram esta frase, porque você é um jardim florido, capaz de encantar a pessoa mais triste que houver. Você possui um amor, inteligência e tirocínio incomuns!
Que bom ser seu amigo, mesmo à distância. Aliás, à distância é ainda melhor porque permanece-se sempre com o sonho de um dia encontrá-lo pessoalmente e, se esse sonho nunca se concretizar, a vida continuará sendo um eterno sonhar, uma eterna esperança de um dia esse sonho se realizar.
E, se ao contrário, um dia nos encontrarmos pessoalmente, juntos sonharemos e será um sonho sonhado a dois, profundamente belo e haverá de acontecer um desejo intenso e vivo de compartilhar nossas amizades, nossas afinidades, nosso amor, enfim, nossas vidas!
(*) Prosa poética dedicada a todos os amigos virtuais de “Naza Poeta
Holístico”, inclusive os do “site” literário “Recanto das Letras”.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 08/09/2010
Código do texto: T2486285
Amiga charmosa e fascinante! (*)
Em algum momento alguém já disse pra você, além de mim, que “você é linda”? Sim! Certamente algumas pessoas já lhe pronunciaram esta expressão, porque você é um jardim florido, cheio de vida, cheio de fragrância rara, penetrante e inebriante, capaz de encantar a pessoa mais deprimida e necessitada de amor, de afeto e de compreensão. Você é pura atenção e puro carinho; é cheia de charme e fascinação. Você possui um amor, uma inteligência e sagacidade incomuns!
Que bom ser seu amigo, mesmo à distância. Aliás, à distância é ainda melhor porque permanece-se sempre com um sonho, o sonho de um dia encontrá-la pessoalmente e, se esse sonho nunca se concretizar, o sonho sempre existirá e a vida continuará sendo um eterno deleite, um eterno sonhar, uma eterna esperança de um dia esse sonho se realizar.
E, se ao contrário, um dia nos encontrarmos pessoalmente, juntos sonharemos e será um sonho sonhado a dois, profundamente belo e haverá de acontecer um desejo intenso e vivo de compartilhar nossas amizades, nossas afinidades, nosso amor, enfim, nossas vidas!
(*) Prosa poética dedicada a todas as amigas virtuais de
Naza Poeta Holístico, incluindo as do "site" literário
"Recanto das Letras".
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 07/09/2010
Código do texto: T2484187
Que bom ser seu amigo, mesmo à distância. Aliás, à distância é ainda melhor porque permanece-se sempre com um sonho, o sonho de um dia encontrá-la pessoalmente e, se esse sonho nunca se concretizar, o sonho sempre existirá e a vida continuará sendo um eterno deleite, um eterno sonhar, uma eterna esperança de um dia esse sonho se realizar.
E, se ao contrário, um dia nos encontrarmos pessoalmente, juntos sonharemos e será um sonho sonhado a dois, profundamente belo e haverá de acontecer um desejo intenso e vivo de compartilhar nossas amizades, nossas afinidades, nosso amor, enfim, nossas vidas!
(*) Prosa poética dedicada a todas as amigas virtuais de
Naza Poeta Holístico, incluindo as do "site" literário
"Recanto das Letras".
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 07/09/2010
Código do texto: T2484187
Rio Tietê
Rio grande ou caudal volumoso,
Sua nascente é límpida
Como os raios do sol
Ou pura como um cristal...
Mas os homens o poluíram
No percurso do seu caminho
E tiraram da sua água cristalina
Todo o encanto e vida!
Na região de São Paulo
Em que adentrava com toda
A sua força e beleza, no passado,
Trazendo a vida exuberante
Da fauna e da flora,
Hoje está transfigurado
E completamente poluído.
Quando encontra o Rio Paraná,
Muito peixe há que se pescar!
Rio Tietê: um dia, você vai
Voltar a estar plenamente
Limpo ou totalmente despoluído,
Por todo o transcurso do seu trajeto,
Para dar novamente muita alegria
A todo o povo de São Paulo
E a todos os turistas.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 07/09/2010
Código do texto: T2483768
Sua nascente é límpida
Como os raios do sol
Ou pura como um cristal...
Mas os homens o poluíram
No percurso do seu caminho
E tiraram da sua água cristalina
Todo o encanto e vida!
Na região de São Paulo
Em que adentrava com toda
A sua força e beleza, no passado,
Trazendo a vida exuberante
Da fauna e da flora,
Hoje está transfigurado
E completamente poluído.
Quando encontra o Rio Paraná,
Muito peixe há que se pescar!
Rio Tietê: um dia, você vai
Voltar a estar plenamente
Limpo ou totalmente despoluído,
Por todo o transcurso do seu trajeto,
Para dar novamente muita alegria
A todo o povo de São Paulo
E a todos os turistas.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 07/09/2010
Código do texto: T2483768
Relação feliz!
Antes de vivermos
e sermos felizes
com outra pessoa,
temos que concluir
que não podemos
estar precisando dela,
mas apenas amando-a!
Devemos, primeiramente,
cultivar e cuidar
do jardim de nossa vida!
Somente após brotar
rosas amorosas e perfumadas
e jasmins e ibiscos autossuficientes
em nosso jardim
é que os beija-flores
virão até ele para saborear
a fragrância que exala
de suas flores!
A partir desse instante
é que estaremos aptos
para uma relação feliz!
Cuidemos, então,
do nosso jardim
que os beija-flores
virão até ele,
bem como a pessoa amada,
para vivenciar o deleite
de uma relação amorosa cativante,
terna, plena, aconchegante,
harmônica, cúmplice, inebriante,
alegre, saudável, confiante,
enfim, para vivenciar uma
relação amorosa tranquila e,
ao mesmo tempo,
cheia de aventuras e viagens,
regada a muita poesia e a muita música.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 07/09/2010
Código do texto: T2483762
e sermos felizes
com outra pessoa,
temos que concluir
que não podemos
estar precisando dela,
mas apenas amando-a!
Devemos, primeiramente,
cultivar e cuidar
do jardim de nossa vida!
Somente após brotar
rosas amorosas e perfumadas
e jasmins e ibiscos autossuficientes
em nosso jardim
é que os beija-flores
virão até ele para saborear
a fragrância que exala
de suas flores!
A partir desse instante
é que estaremos aptos
para uma relação feliz!
Cuidemos, então,
do nosso jardim
que os beija-flores
virão até ele,
bem como a pessoa amada,
para vivenciar o deleite
de uma relação amorosa cativante,
terna, plena, aconchegante,
harmônica, cúmplice, inebriante,
alegre, saudável, confiante,
enfim, para vivenciar uma
relação amorosa tranquila e,
ao mesmo tempo,
cheia de aventuras e viagens,
regada a muita poesia e a muita música.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 07/09/2010
Código do texto: T2483762
Uma estrela!
Uma estrela piscava num ventre e brilhou fruto de uma energia amorosa poética. Depois nasceu e transformou-se num ser sensível: “André Frederico Antunes Fortes”
“André Frederico” é chamado de “Fred” e nasceu em Florianópolis, no dia 27-1-1999. Nessa época, seus pais moravam na Praia do Campeche, localizada no sul da Ilha, e André Frederico começou a freqüentar a Escola Batista com 2 (dois) anos e 6 (seis) meses de idade e, após, passou a estudar no Núcleo Educacional Infantil Campeche, localizado também na referida Praia.
André Frederico, o querido Fred, quando criancinha, desenvolveu-se muito bem e sua vida sempre foi cercada de paz, alegria, amor, harmonia e felicidade. Seus pais sempre estiveram muito presentes em sua vida e, sempre que possível, o levavam para passear e brincar nas praias do sul da Ilha de Santa Catarina; sempre viu-se também cercado de muitos amiguinhos e muitas amiguinhas. Ainda nessa época aprendeu com a mãe a molhar bonsai do viveiro da genitora.
Quando tinha 7 (sete) anos de idade, mais precisamente em 15-3-2006, seus pais mudaram de domicílio, e passaram a morar na Grande Florianópolis, na cidade conhecida como “Paraíso das Águas” – Santo Amaro da Imperatriz –. Neste novo domicílio, passou a estudar na “Escola Municipal Alvim Duarte da Silva”.
Em 2008, transferiu de Educandário, passando a ser aluno da “Escola de Educação Básica Professora Zulma Becker”, localizada no centro da cidade, onde está concluindo a 4ª (quarta) série do ensino fundamental.
Tem estudado em casa as lições do 4º (quarto) ano escolar do ensino fundamental acompanhado da mãe Maria do Carmo Antunes, poetisa que possui o pseudônimo literário denominado “Carminha Poeta”.
O pai é o também poeta “Norberto Nazareno Barreiros Fortes”, que possui o pseudônimo literário de “Naza Poeta Holístico”.
Em 01/04/2010, Fred ingressou no “Grupo de Poetas Livres”, que é uma agremiação voltada para a criação e divulgação da poesia e da cultura em geral, com sede localizada em Florianópolis. O “Grupo de Poetas Livres” foi considerado de Utilidade Pública Municipal através da Lei n. 5671, de 26/05/2000 e foi reconhecido oficialmente como uma Entidade de Utilidade Pública Estadual, pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina, através da Lei n. 14.560, de 01/12/2008. O “Grupo de Poetas Livres” possui o seguinte endereço eletrônico: www.poetaslivres.com.br
Então, tem um velho e verdadeiro ditado que diz: “Filho de peixe, peixinho é”! Assim sendo, mais uma vez essa regra está cumprindo-se pois André Frederico também já é um poeta. Contando apenas com a idade de 11 (onze) anos, já compôs 4 (quatro) poemas que irão integrar o próximo livro do Grupo de Poetas Livres e mais um que já declamou publicamente para os membros dessa “associação de poetas e escritores catarinenses”, que edita a “Revista Ventos do Sul”, com circulação nacional e internacional, onde abre espaço para escritores de outros estados brasileiros e de outros países para participarem.
Vamos, então, conferir seus poemas?
Primeiramente vamos ler os 4 (quatro) poemas que foram para o livro do Grupo de Poetas Livres:
O jardim bonito
No jardim bonito eu avistava uma flor; depois, mais uma flor e, no meio do jardim, havia um menino que disse:
Olha, que flor bonita!
Eu pensei: o que vou fazer?
Aí tive uma idéia: vou plantar mais flores!
Consciência ecológica
A Amazônia é o pulmão do mundo. Isso nós sabemos.
Mas é triste saber que, por ganância, os homens estão destruindo esse pulmão verde e colocando nosso Planeta em risco por causa do aquecimento global.
Os homens precisam trocar a ganância pela consciência ecológica.
O meio ambiente!
O meio ambiente serve para vivermos. Temos que ajudar a preservá-lo porque tem muitas pessoas poluindo-o e não podemos deixá-las fazer isso, senão o Mundo vai ficar poluído pelos lixos e, então, como conseguiremos viver?
Por isso nós devemos agir, cooperando com o meio ambiente, ajudando a não poluí-lo ainda mais, evitando jogar papéis, latas e muito mais objetos e sujeiras, nas ruas e na natureza.
Nós devemos enterrar o lixo orgânico na terra, transformando-o em adubo orgânico.
Um sentimento novo!
Quando eu passava pela praça, avistei você. Meu coração bateu mais forte e ficou acelerado! Isso nunca havia acontecido antes; cada vez que eu lhe vejo o meu coração bate mais forte!
A noite toda fiquei pensando nisso e passeando em sua beleza!
Por você estou apaixonado!
Finalmente, vamos conferir o poema de autoria de André Frederico e que ele declamou publicamente, perante vários poetas e escritores, no mais recente sarau literário que o Grupo de Poetas Livres proporcionou. Vejamos:
Minha Terra dourada!
A minha família é catarinense e eu
sou catarinense nascido na Ilha de Santa Catarina.
Tenho muito orgulho do meu Estado.
Minha Terra é dourada, de sol resplandescente.
Há pouca poluição. O céu é azul e as praias são
muito freqüentadas. Em minha Terra sinto-me seguro
e, assim, ando pelas ruas livre, leve e solto.
O vento sul refresca minha alma;
pego-me escrevendo poesias!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 06/09/2010
Código do texto: T2482645
“André Frederico” é chamado de “Fred” e nasceu em Florianópolis, no dia 27-1-1999. Nessa época, seus pais moravam na Praia do Campeche, localizada no sul da Ilha, e André Frederico começou a freqüentar a Escola Batista com 2 (dois) anos e 6 (seis) meses de idade e, após, passou a estudar no Núcleo Educacional Infantil Campeche, localizado também na referida Praia.
André Frederico, o querido Fred, quando criancinha, desenvolveu-se muito bem e sua vida sempre foi cercada de paz, alegria, amor, harmonia e felicidade. Seus pais sempre estiveram muito presentes em sua vida e, sempre que possível, o levavam para passear e brincar nas praias do sul da Ilha de Santa Catarina; sempre viu-se também cercado de muitos amiguinhos e muitas amiguinhas. Ainda nessa época aprendeu com a mãe a molhar bonsai do viveiro da genitora.
Quando tinha 7 (sete) anos de idade, mais precisamente em 15-3-2006, seus pais mudaram de domicílio, e passaram a morar na Grande Florianópolis, na cidade conhecida como “Paraíso das Águas” – Santo Amaro da Imperatriz –. Neste novo domicílio, passou a estudar na “Escola Municipal Alvim Duarte da Silva”.
Em 2008, transferiu de Educandário, passando a ser aluno da “Escola de Educação Básica Professora Zulma Becker”, localizada no centro da cidade, onde está concluindo a 4ª (quarta) série do ensino fundamental.
Tem estudado em casa as lições do 4º (quarto) ano escolar do ensino fundamental acompanhado da mãe Maria do Carmo Antunes, poetisa que possui o pseudônimo literário denominado “Carminha Poeta”.
O pai é o também poeta “Norberto Nazareno Barreiros Fortes”, que possui o pseudônimo literário de “Naza Poeta Holístico”.
Em 01/04/2010, Fred ingressou no “Grupo de Poetas Livres”, que é uma agremiação voltada para a criação e divulgação da poesia e da cultura em geral, com sede localizada em Florianópolis. O “Grupo de Poetas Livres” foi considerado de Utilidade Pública Municipal através da Lei n. 5671, de 26/05/2000 e foi reconhecido oficialmente como uma Entidade de Utilidade Pública Estadual, pela Assembléia Legislativa de Santa Catarina, através da Lei n. 14.560, de 01/12/2008. O “Grupo de Poetas Livres” possui o seguinte endereço eletrônico: www.poetaslivres.com.br
Então, tem um velho e verdadeiro ditado que diz: “Filho de peixe, peixinho é”! Assim sendo, mais uma vez essa regra está cumprindo-se pois André Frederico também já é um poeta. Contando apenas com a idade de 11 (onze) anos, já compôs 4 (quatro) poemas que irão integrar o próximo livro do Grupo de Poetas Livres e mais um que já declamou publicamente para os membros dessa “associação de poetas e escritores catarinenses”, que edita a “Revista Ventos do Sul”, com circulação nacional e internacional, onde abre espaço para escritores de outros estados brasileiros e de outros países para participarem.
Vamos, então, conferir seus poemas?
Primeiramente vamos ler os 4 (quatro) poemas que foram para o livro do Grupo de Poetas Livres:
O jardim bonito
No jardim bonito eu avistava uma flor; depois, mais uma flor e, no meio do jardim, havia um menino que disse:
Olha, que flor bonita!
Eu pensei: o que vou fazer?
Aí tive uma idéia: vou plantar mais flores!
Consciência ecológica
A Amazônia é o pulmão do mundo. Isso nós sabemos.
Mas é triste saber que, por ganância, os homens estão destruindo esse pulmão verde e colocando nosso Planeta em risco por causa do aquecimento global.
Os homens precisam trocar a ganância pela consciência ecológica.
O meio ambiente!
O meio ambiente serve para vivermos. Temos que ajudar a preservá-lo porque tem muitas pessoas poluindo-o e não podemos deixá-las fazer isso, senão o Mundo vai ficar poluído pelos lixos e, então, como conseguiremos viver?
Por isso nós devemos agir, cooperando com o meio ambiente, ajudando a não poluí-lo ainda mais, evitando jogar papéis, latas e muito mais objetos e sujeiras, nas ruas e na natureza.
Nós devemos enterrar o lixo orgânico na terra, transformando-o em adubo orgânico.
Um sentimento novo!
Quando eu passava pela praça, avistei você. Meu coração bateu mais forte e ficou acelerado! Isso nunca havia acontecido antes; cada vez que eu lhe vejo o meu coração bate mais forte!
A noite toda fiquei pensando nisso e passeando em sua beleza!
Por você estou apaixonado!
Finalmente, vamos conferir o poema de autoria de André Frederico e que ele declamou publicamente, perante vários poetas e escritores, no mais recente sarau literário que o Grupo de Poetas Livres proporcionou. Vejamos:
Minha Terra dourada!
A minha família é catarinense e eu
sou catarinense nascido na Ilha de Santa Catarina.
Tenho muito orgulho do meu Estado.
Minha Terra é dourada, de sol resplandescente.
Há pouca poluição. O céu é azul e as praias são
muito freqüentadas. Em minha Terra sinto-me seguro
e, assim, ando pelas ruas livre, leve e solto.
O vento sul refresca minha alma;
pego-me escrevendo poesias!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 06/09/2010
Código do texto: T2482645
Acão comunitária voltada para o bem comum!
Fascinante atributo da natureza humana é a solidariedade mas não aprendemos ainda a viver juntos em harmonia.
Precisamos reaplicar o conceito comunitário de uma maneira nova que estimule a paz mundial e não a dominância de um grupo qualquer.
Precisamos ter a consciência de que a variedade constitui um prazer na vida e não uma ameaça à nossa sobrevivência.
Da perspectiva espiritual somos todos uma alma grupal. A alegria ou o êxtase da ação comunitária voltada para o bem comum e que não visa contra ninguém é incomparavelmente maior do que o maior prazer do triunfo quando o adversário morre, é vencido, é destruído ou sofre de alguma maneira.
Estamos descobrindo, afinal, que podemos arrancar a consciência grupal do abismo para formar novas alianças que incluam a combinação de grande poder com grande amor, de dar e receber em grande escala.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 05/09/2010
Código do texto: T2479193
Precisamos reaplicar o conceito comunitário de uma maneira nova que estimule a paz mundial e não a dominância de um grupo qualquer.
Precisamos ter a consciência de que a variedade constitui um prazer na vida e não uma ameaça à nossa sobrevivência.
Da perspectiva espiritual somos todos uma alma grupal. A alegria ou o êxtase da ação comunitária voltada para o bem comum e que não visa contra ninguém é incomparavelmente maior do que o maior prazer do triunfo quando o adversário morre, é vencido, é destruído ou sofre de alguma maneira.
Estamos descobrindo, afinal, que podemos arrancar a consciência grupal do abismo para formar novas alianças que incluam a combinação de grande poder com grande amor, de dar e receber em grande escala.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 05/09/2010
Código do texto: T2479193
Compreensão total
O infinito de nós, agora,
É um só rio!
O amor é uma só energia
Que emerge do som
Dos nossos “ais”!
Atualmente a vida continua
Mas de forma diferente:
Não poderá jamais ser
Daquela forma comum!
Hoje, partilhamos os mesmos
Planos, projetos, sonhos...
E nosso amor vive
Em comunhão de idéias
E sentimentos graças
Ao nosso diálogo!
Então, nossa vida é
Autêntica e tranqüila
Na medida em que nos
Entregamos e nos amamos
E, nessa caudalosa união
De infinito amor, nos tornamos
Verdadeiros amantes e cúmplices!
O universo é testemunha
Que, mais do que nunca,
Continuamos loucos de amor
Um pelo outro
E, nesse entrega total de amor infinito,
Caminhamos juntos, fortalecendo-nos
E nos compreendendo totalmente!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 05/09/2010
Código do texto: T2479192
É um só rio!
O amor é uma só energia
Que emerge do som
Dos nossos “ais”!
Atualmente a vida continua
Mas de forma diferente:
Não poderá jamais ser
Daquela forma comum!
Hoje, partilhamos os mesmos
Planos, projetos, sonhos...
E nosso amor vive
Em comunhão de idéias
E sentimentos graças
Ao nosso diálogo!
Então, nossa vida é
Autêntica e tranqüila
Na medida em que nos
Entregamos e nos amamos
E, nessa caudalosa união
De infinito amor, nos tornamos
Verdadeiros amantes e cúmplices!
O universo é testemunha
Que, mais do que nunca,
Continuamos loucos de amor
Um pelo outro
E, nesse entrega total de amor infinito,
Caminhamos juntos, fortalecendo-nos
E nos compreendendo totalmente!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 05/09/2010
Código do texto: T2479192
Paixão e permanência! (*)
O tempo é o melhor juiz e remédio
Para curar nossas feridas sem tédio!
A paixão vem, fica e de quatro você cai!
Ela acalenta mas deixa você num vai-não-vai!
E prosseguimos amantes na vida ao léu
Tentando mostrar ao mundo nossa face,
Mas somente com organização achamos o céu,
Numa dificuldade que pode provocar desenlace!
O difícil, nesse caso, é acharmos um meio
De caminharmos com a razão e o coração
Voltados para a ordem e mesma comunhão!
Enquanto isso a energia do teu seio
Faz-me crer que permanência e paixão
Não combinam, pois trás inquietação.
(*) Poema redigido em abril de 1998.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 05/09/2010
Código do texto: T2479190
Para curar nossas feridas sem tédio!
A paixão vem, fica e de quatro você cai!
Ela acalenta mas deixa você num vai-não-vai!
E prosseguimos amantes na vida ao léu
Tentando mostrar ao mundo nossa face,
Mas somente com organização achamos o céu,
Numa dificuldade que pode provocar desenlace!
O difícil, nesse caso, é acharmos um meio
De caminharmos com a razão e o coração
Voltados para a ordem e mesma comunhão!
Enquanto isso a energia do teu seio
Faz-me crer que permanência e paixão
Não combinam, pois trás inquietação.
(*) Poema redigido em abril de 1998.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 05/09/2010
Código do texto: T2479190
A grande lição dos sábios!
E-mail recebido por "Naza Poeta Holístico" de uma amiga virtual
em 27-8-10:
Amigos
Hoje, infelizmente aprendi
Quando estou no auge
Tenho rodas de amigos
Um pequeno deslize
Todos fogem
Então, fica a certeza
Para ter amigos
É necessário fazer estágios
No sucesso e na desgraça
Saberemos exatamente quem são os nossos amigos.
Resposta de "Naza Poeta Holístico" para esta amiga virtual:
Puxa, que desabafo mortal este seu e que consta neste e-mail!
Vamos com calma!
A vida anda muito agitada para todas as pessoas, inclusive para nós, com certeza, e a correria está muito grande para todos os seres humanos sobreviverem com dignidade, atualmente!
Então, tenha paciência!
Todas as pessoas têm as suas responsabilidades e a maioria delas não têm mais tempo pra ninguém. E isso já faz tempo que está acontecendo. Canto isso numa canção de minha autoria intitulada "Fonte de Luz" (favor conferir no Recanto das Letras, em letras de música). Essa situação está existindo principalmente nas cidades grandes e nas metrópolis, onde ninguém mais conhece ou reconhece ninguém.
Mas, independente disso, estou sentindo um desapontamento muito grande neste seu texto!
CALMA!
Muitas vezes temos que saber esperar e assim é tudo na vida!
O mago e escritor Paulo Coelho é autor de uma frase que eu admiro muito e procuro, sempre que posso, colocá-la em prática:
"A GRANDE LIÇÃO DOS SÁBIOS É A PACIÊNCIA: A CERTEZA DE QUE TUDO - O BOM E O MAU - É TRANSITÓRIO NESTA VIDA".
Saibamos esperar, então!
Saibamos fazer a poeira baixar novamente - nos centralizando - para depois, aí sim, desabafar e fazer um comentário positivo ou negativo a respeito das coisas e, principalmente, de nossas amizades.
O meu colega, o grande cantor e compositor Guilherme Arantes, com quem tive a alegria e a satisfação de conversar no camarim do Centro Integrado de Cultura - CIC, em Floripa, na década de 90, após um de seus shows, diz assim numa de suas belas canções:
CUIDE-SE BEM,
PERIGOS HÁ POR TODA PARTE
E É BEM DELICADO VIVER
DE UMA FORMA OU DE OUTRA
É UMA ARTE COMO TUDO
CUIDE-SE BEM,
TÊM MIL SURPRESAS À ESPREITA
EM CADA ESQUINA MAL ILUMINADA
EM CADA RUA ESTREITA
EM CADA RUA ESTREITA DO MUNDO
PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO
E ESSA SIMPATIA ESTAMPADA NO ROSTO
PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO
E ESSA SIMPATIA ESTAMPADA NO ROSTO
CUIDE-SE BEM,
EU QUERO TE VER COM SAÚDE
E SEMPRE DE BOM HUMOR
E DE BOA VONTADE
E DE BOA VONTADE COM TUDO
PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO...
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 03/09/2010
Código do texto: T2476052
em 27-8-10:
Amigos
Hoje, infelizmente aprendi
Quando estou no auge
Tenho rodas de amigos
Um pequeno deslize
Todos fogem
Então, fica a certeza
Para ter amigos
É necessário fazer estágios
No sucesso e na desgraça
Saberemos exatamente quem são os nossos amigos.
Resposta de "Naza Poeta Holístico" para esta amiga virtual:
Puxa, que desabafo mortal este seu e que consta neste e-mail!
Vamos com calma!
A vida anda muito agitada para todas as pessoas, inclusive para nós, com certeza, e a correria está muito grande para todos os seres humanos sobreviverem com dignidade, atualmente!
Então, tenha paciência!
Todas as pessoas têm as suas responsabilidades e a maioria delas não têm mais tempo pra ninguém. E isso já faz tempo que está acontecendo. Canto isso numa canção de minha autoria intitulada "Fonte de Luz" (favor conferir no Recanto das Letras, em letras de música). Essa situação está existindo principalmente nas cidades grandes e nas metrópolis, onde ninguém mais conhece ou reconhece ninguém.
Mas, independente disso, estou sentindo um desapontamento muito grande neste seu texto!
CALMA!
Muitas vezes temos que saber esperar e assim é tudo na vida!
O mago e escritor Paulo Coelho é autor de uma frase que eu admiro muito e procuro, sempre que posso, colocá-la em prática:
"A GRANDE LIÇÃO DOS SÁBIOS É A PACIÊNCIA: A CERTEZA DE QUE TUDO - O BOM E O MAU - É TRANSITÓRIO NESTA VIDA".
Saibamos esperar, então!
Saibamos fazer a poeira baixar novamente - nos centralizando - para depois, aí sim, desabafar e fazer um comentário positivo ou negativo a respeito das coisas e, principalmente, de nossas amizades.
O meu colega, o grande cantor e compositor Guilherme Arantes, com quem tive a alegria e a satisfação de conversar no camarim do Centro Integrado de Cultura - CIC, em Floripa, na década de 90, após um de seus shows, diz assim numa de suas belas canções:
CUIDE-SE BEM,
PERIGOS HÁ POR TODA PARTE
E É BEM DELICADO VIVER
DE UMA FORMA OU DE OUTRA
É UMA ARTE COMO TUDO
CUIDE-SE BEM,
TÊM MIL SURPRESAS À ESPREITA
EM CADA ESQUINA MAL ILUMINADA
EM CADA RUA ESTREITA
EM CADA RUA ESTREITA DO MUNDO
PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO
E ESSA SIMPATIA ESTAMPADA NO ROSTO
PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO
E ESSA SIMPATIA ESTAMPADA NO ROSTO
CUIDE-SE BEM,
EU QUERO TE VER COM SAÚDE
E SEMPRE DE BOM HUMOR
E DE BOA VONTADE
E DE BOA VONTADE COM TUDO
PRA NUNCA PERDER ESSE RISO LARGO...
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 03/09/2010
Código do texto: T2476052
Terapias alternativas na década de 90
Na década de 90, “Naza Poeta Holístico” praticou várias terapias alternativas e cursos vivenciados para trabalhar-se interiormente na busca de autoconhecimento, buscando assim ajudar a si próprio para, posteriormente, poder prestar auxílio às pessoas necessitadas de amparo terapêutico, ajudando-as a viverem em harmonia consigo e com o próximo, auxiliando-as a achar caminhos que lhes dessem coragem para seguir a vida com determinação, destemor, paz, alegria, amor, harmonia, saúde, discernimento e sabedoria e, consequentemente, ajudando-as a sair do estado de melancolia, apatia, aflição, solidão, carência e tristeza que pudessem vir a encontrar-se.
A primeira terapia alternativa começou em setembro de 1990 com o curso vivenciado de Tarot (Thoth) – do mago inglês Aleister Crowley –, que teve como facilitador e orientador o maravilhoso tarólogo catarinense Veet Vivarta, discípulo do guia espiritual Osho e que já tinha estado em Puna, na Índia, no centro de meditação e autoconhecimento deste mestre espiritual indiano. Veet Vivarta é filho do jornalista, roteirista de cinema e escritor Salin Miguel. O curso, que constituiu-se de teoria, prática e vivência, foi dado no Museu Cruz e Sousa, localizado na Praça XV, no centro de Florianópolis, e seguiu as determinações de uma apostila com o título de “Tarot – O espelho da alma”, de autoria do alemão Gerd Ziegler.
Sobre esse curso de Tarot, que foi ministrado pelo tarólogo Veet Vivarta, na época, houve uma reportagem no Jornal “O Estado”, de Florianópolis, em data de 02/09/1990, na seção “Domingo Magazine” e que, resumidamente, sobre o Tarot Crowley, foram feitas aqui algumas anotações, extraídas do artigo do jornal supra-citado, para contribuir com o leitor a fim de que o mesmo tenha um pouco mais de esclarecimento e aprendizado do jogo do Tarot, senão vejamos:
“ao todo, o baralho do Tarot tem 78 cartas, divididas em três grupos: os arcanos maiores, os arcanos menores e as cartas da realeza. São 22 (vinte e dois) os arcanos maiores, que representam os aprendizados espirituais. Os arcanos menores são 4 (quatro) e correspondem àquilo que se conhece de um baralho comum – divididos em 4 (quatro) naipes –: as cartas de espadas estão no plano mental; as cartas de copas estão no plano emocional; as cartas de paus estão no plano energético e as cartas de ouro no plano físico e material. As cartas da realeza, por fim, são 16 (dezesseis), com quatro de cada naipe, e correspondem às qualidades humanas essenciais: coragem, honestidade, franqueza, lealdade, confiança, prudência, veemência etc.
Todas as cartas representam padrões em vários tipos de jogos que envolvem perguntas sobre a vida profissional, afetiva, espiritual etc.
Ao contrário do que se imagina, o ritual do sistema do Tarot não é envolto em fumaça ou preces estranhas. O que ele requer é energia e perguntas para serem respondidas. Ao longo dos séculos, o Tarot se popularizou e foi sendo adaptado às várias culturas, sempre preservando, contudo, suas raízes místicas.
As cartas do Tarot Crowley – Thoth –, foram publicadas pela primeira vez em 1944. Trata-se de um trabalho com raízes na Ordem Hermética do Alvorecer Dourado, uma sociedade Rosa Cruz inglesa, à qual Aleister Crowley associou-se em 1898. Segundo se diz, uma das metas desse grupo era transformar os sistemas ocidentais através da sabedoria antiga.
O ritual de leitura das cartas é simples: a pessoa que deseja esclarecer dúvidas encontra-se com o baralho em um clima de serenidade e faz-se o jogo conforme as perguntas, que vão estabelecer o número de cartas e toda a dinâmica. O importante é relacionar-se com as cartas com diversão e humor e nunca com uma seriedade mortal”.
Em 1991, “Naza Poeta Holístico” prosseguiu seus estudos do Tarot, agora com o tarólogo carioca Ozampin Olafajé, que deu cursos sobre o Tarot de Marcelha, que é originário da França, e lecionou também sobre a relação do Tarot com a cabala. As aulas de Ozampin também eram dadas no centro de Florianópolis, na rua Deodoro.
Em janeiro de 1992, no Hotel da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, “Naza Poeta Holístico” continuou seus estudos para o autoconhecimento através das cartas do Tarot, agora tendo como orientadora e facilitadora a taróloga paulista Nelise Vieira, que era uma profissional especialista no estudo do Tarot Egípcio, e foi sobre os fundamentos dos símbolos das cartas do Tarot Egípcio, dos estudos sobre a mitologia egípcia e de seus conhecimentos nas teorias psicológicas de Carl Gustav Jung, é que esta facilitadora desenvolveu todo o seu curso.
Em 1992, o tarólogo Veet Vivarta volta novamente com novo curso de Tarot, agora com o título “Tarot – O Espelho dos Relacionamentos”, também apostilado pelo alemão Gerd Ziegler.
Após os cursos de Tarot, ainda na década de 90, “Naza Poeta Holístico” fez os seguintes cursos vivenciados: “Biodança”, “Tai-Chi-Chuan”, “Musicoterapia”, “Programação Neurolingüistica – PNL”, “Parapsicologia”, “Yôga e Meditação”, e também as seguintes terapias corporais vivenciadas: “Massoterapia Ayurvédica”, “Alquimia Interior”, “Pulsação”, “A Arte de Viver em Paz”, “O Vôo da Águia”, “Vivation” e “Exorcize sua Bruxa-Madrinha”, todos ministrados por competentes Terapeutas, Psicólogos(a), Médico e Parapsicólogos(a), com exceção da vivência “Exorcize sua Bruxa-Madrinha”, que foi ministrada pela atriz Norma Blun, na Praia Mole, sul da Ilha de Santa Catarina. Aliás, todos esses cursos vivenciados foram dados na área central de Florianópolis e também em diversas praias da Ilha e serviram para aumentar o autoconhecimento, o desenvolvimento interior e a expansão da consciência dos participantes, cooperando assim para o crescimento pessoal de todas as pessoas que participaram das vivências e que se deixaram ser envolvidas e beneficiadas pela energia da harmonia que reinou nos workshops, e o resultado foi alcançado em todos os trabalhos terapêuticos alternativos propostos, pois todas as pessoas saíram dos cursos vivenciados com mais disposição, alegria, harmonia, bem-estar e felicidade.
Entretanto, em 1993, “Naza Poeta Holístico” conheceu um lugar para transformar-se: o “Centro de Vivências Nazaré”. Situado próximo de Nazaré Paulista, no Vale do Paraíba (SP), fica a cerca de 100 Km de distância da capital paulista e a 30 Km da cidade de Atibaia.
Sobre o “Centro de Vivências Nazaré” foi publicada uma reportagem na “REVISTA PLANETA”, da Editora Três, edição 320, ano 27 – Nº 5 – MAIO 1999 – pág. 40 à 45, com o seguinte título: “CENTRO DE VIVÊNCIAS NAZARÉ”: UM LUGAR PARA TRANSFORMAR-SE; esta reportagem foi feita pela jornalista Vivian Goldmann. E para o leitor saber um pouco mais sobre este “Centro de Vivências”, “Naza Poeta Holístico” transcreve alguns trechos desta reportagem sobre esta comunidade alternativa para, em seguida, relatar a sua experiência pessoal numa das vezes em que esteve neste “Centro de Vivências”, quando anotou em seu diário pessoal os “insiths” que recebeu durante sua estadia na comunidade.
Vejamos alguns trechos da reportagem: o “Centro de Vivências Nazaré” foi inspirado no modelo da comunidade de Findhorn, situada no norte da Escócia, que tem quase 40 (quarenta) anos de existência. A meta de seus membros é tornar-se instrumentos da manifestação da energia, da transformação e do desenvolvimento da consciência em todo o planeta e reinos existentes.
E, como dizem seus moradores, mais do que filosofar, o grande convite é vivenciar Nazaré. O “Centro de Vivências Nazaré” propõe um trabalho simples e modesto, que pode ser muito significativo se cada um de nós se colocar numa posição receptiva. “Dentro da proposta de Nazaré, procuramos estar em contato com nós mesmos, podendo perceber o sentido do sagrado que existe no cotidiano”, disse Eduardo Coutinho de Paulo, 33 anos, um dos moradores do local. Aos poucos fui entendendo, na prática, o que inicialmente me foi dito em palavras. Por exemplo: ressaltaram que Nazaré tem alguns mestres simbólicos (regras) que orientam os visitantes e moradores e devem ser seguidos. Um deles é o rítmo e os horários, os quais garantem que o grupo flua bem, com o uso qualitativo de tempo gerando autodisciplina. É por isso que a partir das 21hs30min é expressamente proibido barulho nos corredores onde estão os quartos, permitindo que as pessoas tenham um bom descanso. Para quem prefere ficar acordado, uma sala de música com diversos instrumentos pode ser utilizada, assim como uma biblioteca vastíssima, que faz qualquer um perder o sono. A sala de jantar também se transforma num ponto de encontro para os que desejam partilhar suas experiências.
Outro mestre importante é a meditação, que deve ser praticada em três horários: às 7 hs, 12 hs e 19 hs. Para um recolhimento interno mais profundo, recomendaram-nos, ainda, respeitar o silêncio entre a hora que se acorda e às 8hs30min, quando há a distribuição de tarefas.
Alguns moradores acabaram, então, dividindo comigo suas experiências de realmente vivenciar Nazaré. “Este é o lugar onde eu consegui encontrar o meu centro. Consegui encontrar a minha alma e o amor. Nazaré me ensinou a ver a luz em tudo, principalmente nas pessoas. É dessa positividade que Sara fala (*obs.–saber quem é Sara no final do conto). De você realmente acender a luz e não ficar brigando com a escuridão, mas ir lá e clicar no interruptor. Saber que, quando caminha, você não deixa somente seus passos na Terra, mas também a sua energia. Isso é muito real aqui”, relata Maria Rita Kupidlowski, 35 anos, moradora do Centro.
Cada conversa com um morador ou colaborador me trazia um entusiasmo maior e a certeza de estar no lugar certo, com as pessoas certas. Após a meditação do meio-dia, meus amigos e eu colocamos o desejo de ter um encontro com Sara. Ansiosos pela chance, fomos recebidos por ela, que se mostrou disponível e aberta a responder a qualquer tipo de pergunta (veja quadro nas páginas 58–59). Espontânea e simples, ela nos encantou com o relato de sua vida. A hora passou como num piscar de olhos. Saímos em estado de graça de sua sala para continuar a vivência de biodança.
Conversei também com Roberto Aguiar, um colaborador que me ajudou muito na pesquisa histórica do lugar, o qual sintetizou seu sentimento enraizado em relação a Nazaré, fazendo uma reverência a Sara: “Sinto que a grande riqueza e o maravilhoso trabalho feito por Sara nestes 15 anos foi conseguir plasmar no material, no cotidiano, essa escada para o sagrado, essa escada de acesso para uma dimensão superior de consciência através do simples. E ela vai partir para uma missão de forma tranqüila, pois tem um grupo firme, que já entendeu os princípios básicos do seu trabalho e vai vivenciá-los, com comprometimento de alma.”
A noite caiu mais uma vez e o sono veio pesado. No último dia da vivência, minhas resistências – se é que tinham algumas – estavam longe de mim, e a vontade de cooperar, conversar e vivenciar a experiência ficou cada vez mais intensa. Percebíamos realmente que, a cada ação externa realizada, ocorria um trabalho interno paralelo. Ou seja, o que parece óbvio na nossa teoria havia encontrado espaço para se concretizar no físico-emocional.
Na hora da distribuição das tarefas, decidi ir para a horta, que precisava ser limpa devido às chuvas intensas. Mais uma vez estava podendo remoer canteiros e cantinhos internos. Agora, porém, já estava aberta para partilhar as experiências com os outros. Havia vários tipos de verduras na horta: cenoura, alface, couve-flor, beterraba... Tudo nascia com força e brilho, pelo menos era como eu via. Não pude deixar de notar a beleza da região como mais um ponto de inspiração. De qualquer local de Nazaré, inclusive da sala onde é dado o workshop, o olhar atinge o horizonte, repleto de montanhas que circundam esse centro de luz.
Voltamos das atividades, fizemos nossa última meditação e almoçamos. O programa do final de semana havia sido cumprido. Para ir embora, só faltava acertar a conta, que é voluntário, uma doação consciente, já que Nazaré é uma associação civil sem fins lucrativos. Ela funciona como uma rede: há o grupo de residentes que cuida do operacional, do dia-a-dia, e o conselho administrativo, que representa a associação. Há um grande número de associados. Os vizinhos, que são chamados de colaboradores externos, estão sempre auxiliando, e diversas pessoas oferecem seus trabalhos e vivências gratuitamente para Nazaré.
Se tivesse de descrever uma sensação em relação à minha experiência, eu diria: se o desejo é mergulhar no universo interno, disposto a perceber o lado sutil das coisas, com o comprometimento da entrega, a passagem por Nazaré é quase obrigatória e – atenção – inesquecível. Pelo menos foi assim para mim...
“Naza Poeta Holístico”, assim como a jornalista Vivian Goldmann, também captou alguns “insiths”, percepções e entendimentos ao vivenciar o dia-a-dia no “Centro de Vivências Nazaré”, vivências e percepções estas que serão descritas a partir deste instante:
“Naza Poeta Holístico” e sua ex-esposa – a Pedagoga e Psicóloga Sandra Mara Weingartner de Souza – saíram de Florianópolis em direção a São Paulo no dia 07/01/1993, à noite. Chegaram na Capital paulista no dia 08/01/1993, por volta das 7 horas e 30 minutos. Fizeram um lanche na rodoviária, telefonaram para Florianópolis e seguiram viagem. Almoçaram em Atibaia e chegaram no “Centro de Vivências Nazaré” por volta das 15 horas.
Foram recepcionados por uma das residentes, a Jane, que indicou o quarto 28 para “Naza Poeta Holístico” e o 7 para Sandra. Tiraram o resto da tarde para descansar e após o jantar houve uma reunião para esclarecimento de como seria a vivência do final de semana – “Vivendo o Silêncio” –. “A experiência do silêncio leva-nos a revalorização das palavras e do pensamento. Convida-nos a um encontro com nossos níveis superiores através da redescoberta de nosso mundo interno. É uma oportunidade para diminuirmos a intensa solicitação do mundo externo e deixarmos que a atitude de atenção silenciosa desabroche e fortaleça a nossa busca da verdade. Portanto, permita-se estar consigo mesmo”.
“Naza Poeta Holístico”, no dia 9–1–1993, continuou escrevendo e fazendo anotações em seu diário e se ambientando com o “Centro de Vivências” e, no dia seguinte, 10–1–1993, começou o dia acordando às 5 (cinco) horas da madrugada; às 6 (seis) horas, junto com várias pessoas do “Centro de Vivências Nazaré”, após meditar por 30 (trinta) minutos no “Centro de Meditações” – que é um local físico, um espaço, destinado a essa prática –, foi para o seu quarto e continuou a ler um livro que, já há alguns dias, vinha lendo: “Felicidade: um trabalho interior”, de John Powell. É um livro de leitura muito agradável e o que chamou a atenção de “Naza Poeta Holístico” foi a frase que diz o seguinte: “Que cada um de nós é responsável pela nossa própria felicidade e as bases principais são a auto-aceitação total e a disposição para aceitarmos total responsabilidade por nossos passos”.
A leitura continuou até às 11 horas. Após, o Poeta dormiu até às 11 horas e 40 minutos. Acordou neste horário e, em seguida, dirigiu-se para o “Centro de Meditações” para a prática da meditação, que começaria às 11 horas e 45 minutos. No “Centro de Meditações” havia apenas um vaso com uma bela flor ou uma bela folhagem onde todas as pessoas sentam ao seu redor e ficam em silêncio meditando e sentindo suas percepções e intuições, bem como a energia do ambiente natural da comunidade. Durante esta meditação, “Naza Poeta Holístico” teve um “insiths”, intuição ou percepção, que foi a de que “a sua função nesta vida era a de continuar plantando amor e, assim, que ele continuasse cantando suas canções para o maior número possível de pessoas".
Após a meditação, “Naza Poeta Holístico” passou a sentir-se muito bem. Ainda pela manhã, no caminho que dava ao refeitório, deu uma caminhada e ouviu o canto de muitos pássaros e grilos. Sentiu vontade de abraçar e abraçou uma árvore enorme e teve a sensação de que ela passou para ele um pouco de sua resistência, fortaleza e firmeza, e que teria havido realmente essa troca de energia.
À tarde, “Naza Poeta Holístico” continuou a leitura do livro “Felicidade: um Trabalho Interior” e, após, caminhou: foi até a sala de música, leu alguns parágrafos de livros expostos em uma estante e continuou praticando a meditação “Vivendo o Silêncio”, sintonizado com todas as pessoas da comunidade que também estavam vivenciando a prática dessa reflexão. “Naza Poeta Holístico” aproveita para transcrever alguns textos que tocaram seu coração nesta vivência:
1) “Quando o homem alcança a tranqüilidade interior, pode se dirigir ao mundo externo e já não verá mais nele a luta e o tumulto dos seres individuais. Tendo atingido a verdadeira paz, ele poderá, então, compreender as grandes leis do universo e agir em harmonia com elas. A ação que tem suas origens nesses níveis mais profundos não errará”.
2) “Silêncio é o que está por trás de tudo o que é manifestado, é o pano de fundo de tudo. Olhe para este céu estrelado... milhões de planetas, de sóis, de galáxias, em constante movimento, num constante vir a ser. Onde se dá essa intensa cena de teatro? O que é maior que tudo isso? O que contém tudo isso? É o espaço silencioso, imenso, incomensurável, impossível de definir, de pegar, sem começo, sem fim, sem forma;...sem ele nada existiria...
No outro dia, choveu durante todo o dia no “Centro de Vivências Nazaré” e baixou a temperatura. À noite, em seu quarto, dando continuidade à leitura do seu livro, que foi até às 22 horas e 30 minutos, aproximadamente, apareceu um inseto que voava muito e fazia um barulho ensurdecedor, mas parecia ser uma borboleta; e o bicho foi ao encontro dos ouvidos de “Naza Poeta Holístico” e este percebeu que o animal possuía um zunido muito forte. O som do zunido começou a atrapalhar sua leitura e “Naza Poeta Holístico” sentiu até receio de que poderia ser picado pelo animal. Foi então que, neste momento, “Naza Poeta Holístico” levantou-se e tentou derrubar o inseto mas, exatamente neste instante, o mesmo pousou; foi quando “Naza Poeta Holístico” percebeu que não conhecia o bicho. Resolveu apagar a luz e dormir. Ficou um pouco agitado, pois o animal voador iria dormir com ele. Em certo momento, o bicho começou a voar novamente só que, agora, no escuro, ele tornava-se iluminado. Saia um facho de luz de suas asas. No início, foi um momento aterrorizante mas, em seguida, “Naza Poeta Holístico” passou a observar uma cena maravilhosa que nunca havia presenciado. Isso deu-lhe uma percepção, um “insight”, e uma voz ressoou nele: “Todos temos uma luz própria e todos nós temos que saber mantê-la sempre acesa. Para isso, temos que estar sempre sintonizados com a rede elétrica do Criador e isso somente conseguimos com a prática da meditação, alcançando uma consciência de vida em que podemos conectar com Deus, harmonizando o corpo com o espírito e a mente através de relaxamentos, exercícios e dieta equilibrada”.
No dia seguinte, domingo, o dia foi normal. “Naza Poeta Holístico” levantou às 5 horas. Chovia muito. Foi meditar às 6 horas e, após, fez o desjejum. Comeu pão com bananas, chás e mamão. Pela manhã continuou lendo o seu livro – “Felicidade: um trabalho interior” – e também descansou um pouco. Na meditação do meio-dia enviou vibrações positivas à ex-mulher Neusa Maria Vicente e aos filhos Henrique Vicente, Humberto Vicente e Emmanuel Francisco, bem como aos seus pais Artidônio e Ondina. Após a meditação, “Naza Poeta Holístico” e Sandra ficaram juntos e saíram para caminhar. Pouco falavam e quando isso acontecia, cochichavam. Ele observou o clima e disse a ela que chovia muito e que ele só havia levado – para esquentar-se e proteger-se do frio e da umidade – apenas uma peça de roupa quente que era um abrigo e que, se chovesse a semana toda, isso acabaria servindo de aprendizado para ele já que, da primeira vez em que esteve na comunidade de Nazaré, não havia chovido tanto.
Em seguida, almoçaram. “Naza Poeta Holístico” alimentou-se bem pois havia dois tipos de arroz integral, saladas variadas e um purê de batatas delicioso. Todos os alimentos estavam muito gostosos, muito saborosos, tudo muito natural; a comida no “Centro de Vivências Nazaré” é láctea e vegetariana.
Depois do almoço, “Naza Poeta Holístico” passou a escrever em seu diário. Já eram 14 horas e 35 minutos e, nesse momento, “Naza Poeta Holístico” foi tomar um pouco de chá para, após, terminar de ler o seu livro (estava na metade do penúltimo capítulo). Estava pensando também em comprar alguns livros – sobre temas muito interessantes – que havia na comunidade de Nazaré.
Na segunda-feira, 11–1–1993, o dia transcorreu normalmente. Pela manhã, “Naza Poeta Holístico” trabalhou na cozinha e, depois, lavou roupas; nesse dia, ele não começou a prática da vivência – “O Silêncio da Música” –, prática essa em que tinha se inscrevido e que estava marcada para começar nesta data. No período da tarde, “Naza Poeta Holístico” estava sentindo-se um pouco cansado, pois havia tocado violão até altas horas da noite anterior na sala de música do “Centro de Vivências” mas, mesmo assim, acabou indo trabalhar na própria sala de música do “Centro de Vivências”. Foi passada para ele a seguinte instrução de trabalho e vivência: simplesmente recortar fotografias e textos para pendurar na parede. Num desses textos havia um convite para viver o silêncio em Brasília-DF no mês de junho daquele corrente ano. Era um texto muito bonito e falava justamente do silêncio, coincidindo com o tema da vivência em que “Naza Poeta Holístico” estava fazendo naquele momento. À noite, ainda conseguiu tocar um pouco mais do seu violão com as pessoas presentes na sala de música da comunidade.
Na terça-feira, “Naza Poeta Holístico” começou, junto com outros integrantes, a vivência “O Silêncio da Música”. Foi muito interessante. O coordenador chamava-se Willian, um antigo residente de Nazaré. As pessoas que estavam fazendo o workshop começaram a vivência escutando música num tom baixo, que coincidia com o canto dos pássaros e após, começaram a andar devagar, depois mais depressa e Willian sempre pedia para as pessoas pararem, inclusive suas respirações, quando dizia “stop”. Este exercício serviu para dar a idéia do ritmo que cada ser humano possue.
Logo em seguida, os participantes fizeram um círculo, cada um batendo um no joelho do outro, um nos ombros de cada um e, finalmente, um na cabeça do outro. A idéia que deu em “Naza Poeta Holístico” foi a de que cada pessoa era uma nota musical e que cada batida que uma dava na outra, significava que uma nota musical era acionada para que fosse emitida a sua sonoridade. Todos os participantes tinham a obrigação de prestar a atenção também no ritmo um do outro. O facilitador Willian explanou que este trabalho servia para o exercício da prática da “perda da possessividade”, isto é, servia como treinamento para procurar-se sempre vivenciar o tempo presente, para viver o hoje, o “aqui e agora”.
No período da tarde, todos os participantes da vivência “O Silêncio da Música” foram para o jardim da comunidade. Havia trocado de facilitador; a coordenadora agora era a Vilvana. Todos pegaram as ferramentas necessárias para tirar o mato no jardim, mas começou a chover e, então, foram lichar os corrimãos da casa onde residia a Sara Marriott, a americana anciã, escritora e conselheira da comunidade de Nazaré, para mais tarde serem envernizados. “Naza Poeta Holístico” havia percebido que estava chovendo muito em São Paulo naquela semana e que, talvez, isso antecipasse seu retorno, junto com a Sandra, para Florianópolis.
Na terça-feira, 12-1-1993, quando “Naza Poeta Holístico” começou a escrever, percebeu que sentia-se muito cansado. Escreveu até às 18 horas e, neste horário, acabou dormindo e acordou somente às 20 horas e 30 minutos. Em razão disso, perdeu a meditação marcada para as 18 horas e 30 minutos. Quando acordou, ficou com a impressão que tinha sentido a Sandra colocar um papel, com uma mensagem sua, por debaixo da porta do quarto e, neste instante, percebeu que o bilhete estava realmente ali, e o que ela dizia no bilhete é que havia chamado-me para a meditação das 18 horas e 30 minutos e que “Naza Poeta Holístico” não havia respondido; disse também que havia duas maçãs embrulhadas perto da porta do quarto do “Poeta” e que se o mesmo acordasse cedo no outro dia, era para procurá-la porque ela queria muito falar com o Naza. Neste momento, eram aproximadamente 21 horas e 40 minutos e “Naza Poeta Holístico”, que ainda encontrava-se na cama, começou a leitura de outro livro, cuja autoria era de Louise L. Hay, com o seguinte título: “Você pode curar sua vida”. Isso porque “Naza Poeta Holístico” já havia terminado de ler o outro livro que estava lendo: “Felicidade: um trabalho interior”, de John Powell, livro este que havia achado a mensagem muito interessante. “Naza Poeta Holístico” achou sua mensagem tão interessante que iria tentar colocar em prática as mensagens que o conteúdo do texto contém.
Na quarta-feira, 13-1-1993, no período da manhã, os participantes da vivência “O Silêncio da Música” continuaram com a prática do workshop. “Naza Poeta Holístico”, mais o facilitador e coordenador “Willian” e todo o resto do grupo que estava praticando a vivência trabalharam com um pêndulo fixado no forro da residência em que estava sendo feita a prática e o “Willian” o colocava em movimento na forma de circunferência, e isso serviria para trabalhar e demonstrar o ritmo harmonioso das esferas, a fim de vivenciar-se o momento presente, cada instante da vida, o “aqui e agora”. À tarde, todos descansaram, relaxaram e meditaram sobre a prática desta meditação.
Na quinta-feira, 14-1-1993, o dia transcorreu com normalidade. Pela manhã, “Naza Poeta Holístico” trabalhou – em meditação – na arrumação da casa, limpando os banheiros e o corredor. À tarde, foi para a continuidade da prática da vivência “O Silêncio da Música”. Neste dia, os participantes cantaram em diversas tonalidades. No final da meditação, foi feita uma roda e todos entoaram, juntos, diversos cantos. Ao ser finalizada a prática, “Naza Poeta Holístico” e os demais praticantes da vivência estavam sentindo uma enorme sensação de bem-estar e alegria.
Ainda na noite de quinta-feira, “Naza Poeta Holístico” tocou bastante violão acompanhado por uma flauta transversal, muito bem tocada por um paulistano.
No dia seguinte, Sandra e “Naza Poeta Holístico” retornaram a Florianópolis sentindo-se muito bem, felizes e tranqüilos. Mais uma vez, todas as práticas e meditações que o casal havia vivenciado no “Centro de Vivências Nazaré” haviam sido extremamente necessárias para o apoio a ambos na busca do centramento, da reflexão e do autoconhecimento. “Naza Poeta Holístico” sempre será grato a sua ex-esposa – Psicóloga Sandra Mara Weingartner de Souza – por tê-lo levado a conhecer este “Centro de Vivências” maravilhoso, porque o fortaleceu e o ajudou na caminhada da busca do seu amadurecimento.
“Naza Poeta Holístico” também aproveita a oportunidade para agradecer à espiritualista “Sara Marriott” – favor ler sobre sua sucinta biografia ao final deste conto –, na época líder espiritual do “Centro de Vivências Nazaré”, bem como também a todos os “residentes” (porque sempre o trataram muito bem) – num total de 22 que moravam na comunidade –, por ocasião das três vezes em que o mesmo esteve nessa comunidade, comunidade esta voltada para o desenvolvimento do centramento, da reflexão e do autoconhecimento de todas as pessoas que passam por lá.
1ª Observação – Sucinta biografia de “Sara Marriott”:
Nascida nos Estados Unidos, chegou a trabalhar como executiva do movimento do escotismo. Casou e teve um filho, que morreu anos mais tarde. Viuvou e foi para a Suíça. Aos 66 anos, decidiu iniciar sua vida espiritual e foi morar em Findhorn, no norte da Escócia. Ficou lá por 12 anos e, em 1984, a convite do fundador do “Centro de Vivências Nazaré”, o Trigueirinho, veio morar em Nazaré Paulista, tornando-se líder espiritual da Comunidade. Aos 93 anos, está voltando para os Estados Unidos, onde pretende dar cursos e palestras em universidades.
Sara Marriott tem 5 (cinco) livros publicados – “Uma Jornada Interior”, “Ritmos da Vida”, “Nossa Ligação Com Energias Superiores”, “Alegria de Descobrir Anjos da Guarda em Nossas Vidas” e “Jornada Interdimensional” – e está lançando agora um livro de poesias chamado “Reflexões do Novo Milênio”, que reúne 60 poesias canalizadas nos últimos dois anos.
(FONTE: “In” “REVISTA PLANETA”, Editora Três, edição 320, ano 27 – Nº 5 – MAIO 1999 – página 42)
SERVIÇO:
Informações sobre o “Centro de Vivências Nazaré” podem ser obtidas pelo fone (xxx) (11) 7861-1136
(FONTE: “In” “REVISTA PLANETA”, Editora Três, edição 320, ano 27 – Nº 5 – MAIO 1999 – página 45)
2ª Observação – “Naza Poeta Holístico”, após ter feito todos esses cursos e praticado todas essas vivências, entrou em contacto com o SINTE – Sindicato dos Terapeutas – com sede em São Paulo-SP – e, após responder questionário e preencher outros requisitos exigidos por este Sindicato, ainda na década de 90, tornou-se Terapeuta Holístico com autorização para trabalhar na “Terapia em Sincronicidade” (Tarot) e também na Terapia Corporal (Massoterapia Ayurvédica). Como profissional dessa área – Terapia Holística – exerceu apenas, naquela década, a Terapia em Sincronicidade (Tarot), vindo a atender diversos clientes com um retorno muito bom na busca do autoconhecimento, pois todas as pessoas consultadas saiam muito bem e felizes.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 29/08/2010
Código do texto: T2465974
A primeira terapia alternativa começou em setembro de 1990 com o curso vivenciado de Tarot (Thoth) – do mago inglês Aleister Crowley –, que teve como facilitador e orientador o maravilhoso tarólogo catarinense Veet Vivarta, discípulo do guia espiritual Osho e que já tinha estado em Puna, na Índia, no centro de meditação e autoconhecimento deste mestre espiritual indiano. Veet Vivarta é filho do jornalista, roteirista de cinema e escritor Salin Miguel. O curso, que constituiu-se de teoria, prática e vivência, foi dado no Museu Cruz e Sousa, localizado na Praça XV, no centro de Florianópolis, e seguiu as determinações de uma apostila com o título de “Tarot – O espelho da alma”, de autoria do alemão Gerd Ziegler.
Sobre esse curso de Tarot, que foi ministrado pelo tarólogo Veet Vivarta, na época, houve uma reportagem no Jornal “O Estado”, de Florianópolis, em data de 02/09/1990, na seção “Domingo Magazine” e que, resumidamente, sobre o Tarot Crowley, foram feitas aqui algumas anotações, extraídas do artigo do jornal supra-citado, para contribuir com o leitor a fim de que o mesmo tenha um pouco mais de esclarecimento e aprendizado do jogo do Tarot, senão vejamos:
“ao todo, o baralho do Tarot tem 78 cartas, divididas em três grupos: os arcanos maiores, os arcanos menores e as cartas da realeza. São 22 (vinte e dois) os arcanos maiores, que representam os aprendizados espirituais. Os arcanos menores são 4 (quatro) e correspondem àquilo que se conhece de um baralho comum – divididos em 4 (quatro) naipes –: as cartas de espadas estão no plano mental; as cartas de copas estão no plano emocional; as cartas de paus estão no plano energético e as cartas de ouro no plano físico e material. As cartas da realeza, por fim, são 16 (dezesseis), com quatro de cada naipe, e correspondem às qualidades humanas essenciais: coragem, honestidade, franqueza, lealdade, confiança, prudência, veemência etc.
Todas as cartas representam padrões em vários tipos de jogos que envolvem perguntas sobre a vida profissional, afetiva, espiritual etc.
Ao contrário do que se imagina, o ritual do sistema do Tarot não é envolto em fumaça ou preces estranhas. O que ele requer é energia e perguntas para serem respondidas. Ao longo dos séculos, o Tarot se popularizou e foi sendo adaptado às várias culturas, sempre preservando, contudo, suas raízes místicas.
As cartas do Tarot Crowley – Thoth –, foram publicadas pela primeira vez em 1944. Trata-se de um trabalho com raízes na Ordem Hermética do Alvorecer Dourado, uma sociedade Rosa Cruz inglesa, à qual Aleister Crowley associou-se em 1898. Segundo se diz, uma das metas desse grupo era transformar os sistemas ocidentais através da sabedoria antiga.
O ritual de leitura das cartas é simples: a pessoa que deseja esclarecer dúvidas encontra-se com o baralho em um clima de serenidade e faz-se o jogo conforme as perguntas, que vão estabelecer o número de cartas e toda a dinâmica. O importante é relacionar-se com as cartas com diversão e humor e nunca com uma seriedade mortal”.
Em 1991, “Naza Poeta Holístico” prosseguiu seus estudos do Tarot, agora com o tarólogo carioca Ozampin Olafajé, que deu cursos sobre o Tarot de Marcelha, que é originário da França, e lecionou também sobre a relação do Tarot com a cabala. As aulas de Ozampin também eram dadas no centro de Florianópolis, na rua Deodoro.
Em janeiro de 1992, no Hotel da Lagoa da Conceição, em Florianópolis, “Naza Poeta Holístico” continuou seus estudos para o autoconhecimento através das cartas do Tarot, agora tendo como orientadora e facilitadora a taróloga paulista Nelise Vieira, que era uma profissional especialista no estudo do Tarot Egípcio, e foi sobre os fundamentos dos símbolos das cartas do Tarot Egípcio, dos estudos sobre a mitologia egípcia e de seus conhecimentos nas teorias psicológicas de Carl Gustav Jung, é que esta facilitadora desenvolveu todo o seu curso.
Em 1992, o tarólogo Veet Vivarta volta novamente com novo curso de Tarot, agora com o título “Tarot – O Espelho dos Relacionamentos”, também apostilado pelo alemão Gerd Ziegler.
Após os cursos de Tarot, ainda na década de 90, “Naza Poeta Holístico” fez os seguintes cursos vivenciados: “Biodança”, “Tai-Chi-Chuan”, “Musicoterapia”, “Programação Neurolingüistica – PNL”, “Parapsicologia”, “Yôga e Meditação”, e também as seguintes terapias corporais vivenciadas: “Massoterapia Ayurvédica”, “Alquimia Interior”, “Pulsação”, “A Arte de Viver em Paz”, “O Vôo da Águia”, “Vivation” e “Exorcize sua Bruxa-Madrinha”, todos ministrados por competentes Terapeutas, Psicólogos(a), Médico e Parapsicólogos(a), com exceção da vivência “Exorcize sua Bruxa-Madrinha”, que foi ministrada pela atriz Norma Blun, na Praia Mole, sul da Ilha de Santa Catarina. Aliás, todos esses cursos vivenciados foram dados na área central de Florianópolis e também em diversas praias da Ilha e serviram para aumentar o autoconhecimento, o desenvolvimento interior e a expansão da consciência dos participantes, cooperando assim para o crescimento pessoal de todas as pessoas que participaram das vivências e que se deixaram ser envolvidas e beneficiadas pela energia da harmonia que reinou nos workshops, e o resultado foi alcançado em todos os trabalhos terapêuticos alternativos propostos, pois todas as pessoas saíram dos cursos vivenciados com mais disposição, alegria, harmonia, bem-estar e felicidade.
Entretanto, em 1993, “Naza Poeta Holístico” conheceu um lugar para transformar-se: o “Centro de Vivências Nazaré”. Situado próximo de Nazaré Paulista, no Vale do Paraíba (SP), fica a cerca de 100 Km de distância da capital paulista e a 30 Km da cidade de Atibaia.
Sobre o “Centro de Vivências Nazaré” foi publicada uma reportagem na “REVISTA PLANETA”, da Editora Três, edição 320, ano 27 – Nº 5 – MAIO 1999 – pág. 40 à 45, com o seguinte título: “CENTRO DE VIVÊNCIAS NAZARÉ”: UM LUGAR PARA TRANSFORMAR-SE; esta reportagem foi feita pela jornalista Vivian Goldmann. E para o leitor saber um pouco mais sobre este “Centro de Vivências”, “Naza Poeta Holístico” transcreve alguns trechos desta reportagem sobre esta comunidade alternativa para, em seguida, relatar a sua experiência pessoal numa das vezes em que esteve neste “Centro de Vivências”, quando anotou em seu diário pessoal os “insiths” que recebeu durante sua estadia na comunidade.
Vejamos alguns trechos da reportagem: o “Centro de Vivências Nazaré” foi inspirado no modelo da comunidade de Findhorn, situada no norte da Escócia, que tem quase 40 (quarenta) anos de existência. A meta de seus membros é tornar-se instrumentos da manifestação da energia, da transformação e do desenvolvimento da consciência em todo o planeta e reinos existentes.
E, como dizem seus moradores, mais do que filosofar, o grande convite é vivenciar Nazaré. O “Centro de Vivências Nazaré” propõe um trabalho simples e modesto, que pode ser muito significativo se cada um de nós se colocar numa posição receptiva. “Dentro da proposta de Nazaré, procuramos estar em contato com nós mesmos, podendo perceber o sentido do sagrado que existe no cotidiano”, disse Eduardo Coutinho de Paulo, 33 anos, um dos moradores do local. Aos poucos fui entendendo, na prática, o que inicialmente me foi dito em palavras. Por exemplo: ressaltaram que Nazaré tem alguns mestres simbólicos (regras) que orientam os visitantes e moradores e devem ser seguidos. Um deles é o rítmo e os horários, os quais garantem que o grupo flua bem, com o uso qualitativo de tempo gerando autodisciplina. É por isso que a partir das 21hs30min é expressamente proibido barulho nos corredores onde estão os quartos, permitindo que as pessoas tenham um bom descanso. Para quem prefere ficar acordado, uma sala de música com diversos instrumentos pode ser utilizada, assim como uma biblioteca vastíssima, que faz qualquer um perder o sono. A sala de jantar também se transforma num ponto de encontro para os que desejam partilhar suas experiências.
Outro mestre importante é a meditação, que deve ser praticada em três horários: às 7 hs, 12 hs e 19 hs. Para um recolhimento interno mais profundo, recomendaram-nos, ainda, respeitar o silêncio entre a hora que se acorda e às 8hs30min, quando há a distribuição de tarefas.
Alguns moradores acabaram, então, dividindo comigo suas experiências de realmente vivenciar Nazaré. “Este é o lugar onde eu consegui encontrar o meu centro. Consegui encontrar a minha alma e o amor. Nazaré me ensinou a ver a luz em tudo, principalmente nas pessoas. É dessa positividade que Sara fala (*obs.–saber quem é Sara no final do conto). De você realmente acender a luz e não ficar brigando com a escuridão, mas ir lá e clicar no interruptor. Saber que, quando caminha, você não deixa somente seus passos na Terra, mas também a sua energia. Isso é muito real aqui”, relata Maria Rita Kupidlowski, 35 anos, moradora do Centro.
Cada conversa com um morador ou colaborador me trazia um entusiasmo maior e a certeza de estar no lugar certo, com as pessoas certas. Após a meditação do meio-dia, meus amigos e eu colocamos o desejo de ter um encontro com Sara. Ansiosos pela chance, fomos recebidos por ela, que se mostrou disponível e aberta a responder a qualquer tipo de pergunta (veja quadro nas páginas 58–59). Espontânea e simples, ela nos encantou com o relato de sua vida. A hora passou como num piscar de olhos. Saímos em estado de graça de sua sala para continuar a vivência de biodança.
Conversei também com Roberto Aguiar, um colaborador que me ajudou muito na pesquisa histórica do lugar, o qual sintetizou seu sentimento enraizado em relação a Nazaré, fazendo uma reverência a Sara: “Sinto que a grande riqueza e o maravilhoso trabalho feito por Sara nestes 15 anos foi conseguir plasmar no material, no cotidiano, essa escada para o sagrado, essa escada de acesso para uma dimensão superior de consciência através do simples. E ela vai partir para uma missão de forma tranqüila, pois tem um grupo firme, que já entendeu os princípios básicos do seu trabalho e vai vivenciá-los, com comprometimento de alma.”
A noite caiu mais uma vez e o sono veio pesado. No último dia da vivência, minhas resistências – se é que tinham algumas – estavam longe de mim, e a vontade de cooperar, conversar e vivenciar a experiência ficou cada vez mais intensa. Percebíamos realmente que, a cada ação externa realizada, ocorria um trabalho interno paralelo. Ou seja, o que parece óbvio na nossa teoria havia encontrado espaço para se concretizar no físico-emocional.
Na hora da distribuição das tarefas, decidi ir para a horta, que precisava ser limpa devido às chuvas intensas. Mais uma vez estava podendo remoer canteiros e cantinhos internos. Agora, porém, já estava aberta para partilhar as experiências com os outros. Havia vários tipos de verduras na horta: cenoura, alface, couve-flor, beterraba... Tudo nascia com força e brilho, pelo menos era como eu via. Não pude deixar de notar a beleza da região como mais um ponto de inspiração. De qualquer local de Nazaré, inclusive da sala onde é dado o workshop, o olhar atinge o horizonte, repleto de montanhas que circundam esse centro de luz.
Voltamos das atividades, fizemos nossa última meditação e almoçamos. O programa do final de semana havia sido cumprido. Para ir embora, só faltava acertar a conta, que é voluntário, uma doação consciente, já que Nazaré é uma associação civil sem fins lucrativos. Ela funciona como uma rede: há o grupo de residentes que cuida do operacional, do dia-a-dia, e o conselho administrativo, que representa a associação. Há um grande número de associados. Os vizinhos, que são chamados de colaboradores externos, estão sempre auxiliando, e diversas pessoas oferecem seus trabalhos e vivências gratuitamente para Nazaré.
Se tivesse de descrever uma sensação em relação à minha experiência, eu diria: se o desejo é mergulhar no universo interno, disposto a perceber o lado sutil das coisas, com o comprometimento da entrega, a passagem por Nazaré é quase obrigatória e – atenção – inesquecível. Pelo menos foi assim para mim...
“Naza Poeta Holístico”, assim como a jornalista Vivian Goldmann, também captou alguns “insiths”, percepções e entendimentos ao vivenciar o dia-a-dia no “Centro de Vivências Nazaré”, vivências e percepções estas que serão descritas a partir deste instante:
“Naza Poeta Holístico” e sua ex-esposa – a Pedagoga e Psicóloga Sandra Mara Weingartner de Souza – saíram de Florianópolis em direção a São Paulo no dia 07/01/1993, à noite. Chegaram na Capital paulista no dia 08/01/1993, por volta das 7 horas e 30 minutos. Fizeram um lanche na rodoviária, telefonaram para Florianópolis e seguiram viagem. Almoçaram em Atibaia e chegaram no “Centro de Vivências Nazaré” por volta das 15 horas.
Foram recepcionados por uma das residentes, a Jane, que indicou o quarto 28 para “Naza Poeta Holístico” e o 7 para Sandra. Tiraram o resto da tarde para descansar e após o jantar houve uma reunião para esclarecimento de como seria a vivência do final de semana – “Vivendo o Silêncio” –. “A experiência do silêncio leva-nos a revalorização das palavras e do pensamento. Convida-nos a um encontro com nossos níveis superiores através da redescoberta de nosso mundo interno. É uma oportunidade para diminuirmos a intensa solicitação do mundo externo e deixarmos que a atitude de atenção silenciosa desabroche e fortaleça a nossa busca da verdade. Portanto, permita-se estar consigo mesmo”.
“Naza Poeta Holístico”, no dia 9–1–1993, continuou escrevendo e fazendo anotações em seu diário e se ambientando com o “Centro de Vivências” e, no dia seguinte, 10–1–1993, começou o dia acordando às 5 (cinco) horas da madrugada; às 6 (seis) horas, junto com várias pessoas do “Centro de Vivências Nazaré”, após meditar por 30 (trinta) minutos no “Centro de Meditações” – que é um local físico, um espaço, destinado a essa prática –, foi para o seu quarto e continuou a ler um livro que, já há alguns dias, vinha lendo: “Felicidade: um trabalho interior”, de John Powell. É um livro de leitura muito agradável e o que chamou a atenção de “Naza Poeta Holístico” foi a frase que diz o seguinte: “Que cada um de nós é responsável pela nossa própria felicidade e as bases principais são a auto-aceitação total e a disposição para aceitarmos total responsabilidade por nossos passos”.
A leitura continuou até às 11 horas. Após, o Poeta dormiu até às 11 horas e 40 minutos. Acordou neste horário e, em seguida, dirigiu-se para o “Centro de Meditações” para a prática da meditação, que começaria às 11 horas e 45 minutos. No “Centro de Meditações” havia apenas um vaso com uma bela flor ou uma bela folhagem onde todas as pessoas sentam ao seu redor e ficam em silêncio meditando e sentindo suas percepções e intuições, bem como a energia do ambiente natural da comunidade. Durante esta meditação, “Naza Poeta Holístico” teve um “insiths”, intuição ou percepção, que foi a de que “a sua função nesta vida era a de continuar plantando amor e, assim, que ele continuasse cantando suas canções para o maior número possível de pessoas".
Após a meditação, “Naza Poeta Holístico” passou a sentir-se muito bem. Ainda pela manhã, no caminho que dava ao refeitório, deu uma caminhada e ouviu o canto de muitos pássaros e grilos. Sentiu vontade de abraçar e abraçou uma árvore enorme e teve a sensação de que ela passou para ele um pouco de sua resistência, fortaleza e firmeza, e que teria havido realmente essa troca de energia.
À tarde, “Naza Poeta Holístico” continuou a leitura do livro “Felicidade: um Trabalho Interior” e, após, caminhou: foi até a sala de música, leu alguns parágrafos de livros expostos em uma estante e continuou praticando a meditação “Vivendo o Silêncio”, sintonizado com todas as pessoas da comunidade que também estavam vivenciando a prática dessa reflexão. “Naza Poeta Holístico” aproveita para transcrever alguns textos que tocaram seu coração nesta vivência:
1) “Quando o homem alcança a tranqüilidade interior, pode se dirigir ao mundo externo e já não verá mais nele a luta e o tumulto dos seres individuais. Tendo atingido a verdadeira paz, ele poderá, então, compreender as grandes leis do universo e agir em harmonia com elas. A ação que tem suas origens nesses níveis mais profundos não errará”.
2) “Silêncio é o que está por trás de tudo o que é manifestado, é o pano de fundo de tudo. Olhe para este céu estrelado... milhões de planetas, de sóis, de galáxias, em constante movimento, num constante vir a ser. Onde se dá essa intensa cena de teatro? O que é maior que tudo isso? O que contém tudo isso? É o espaço silencioso, imenso, incomensurável, impossível de definir, de pegar, sem começo, sem fim, sem forma;...sem ele nada existiria...
No outro dia, choveu durante todo o dia no “Centro de Vivências Nazaré” e baixou a temperatura. À noite, em seu quarto, dando continuidade à leitura do seu livro, que foi até às 22 horas e 30 minutos, aproximadamente, apareceu um inseto que voava muito e fazia um barulho ensurdecedor, mas parecia ser uma borboleta; e o bicho foi ao encontro dos ouvidos de “Naza Poeta Holístico” e este percebeu que o animal possuía um zunido muito forte. O som do zunido começou a atrapalhar sua leitura e “Naza Poeta Holístico” sentiu até receio de que poderia ser picado pelo animal. Foi então que, neste momento, “Naza Poeta Holístico” levantou-se e tentou derrubar o inseto mas, exatamente neste instante, o mesmo pousou; foi quando “Naza Poeta Holístico” percebeu que não conhecia o bicho. Resolveu apagar a luz e dormir. Ficou um pouco agitado, pois o animal voador iria dormir com ele. Em certo momento, o bicho começou a voar novamente só que, agora, no escuro, ele tornava-se iluminado. Saia um facho de luz de suas asas. No início, foi um momento aterrorizante mas, em seguida, “Naza Poeta Holístico” passou a observar uma cena maravilhosa que nunca havia presenciado. Isso deu-lhe uma percepção, um “insight”, e uma voz ressoou nele: “Todos temos uma luz própria e todos nós temos que saber mantê-la sempre acesa. Para isso, temos que estar sempre sintonizados com a rede elétrica do Criador e isso somente conseguimos com a prática da meditação, alcançando uma consciência de vida em que podemos conectar com Deus, harmonizando o corpo com o espírito e a mente através de relaxamentos, exercícios e dieta equilibrada”.
No dia seguinte, domingo, o dia foi normal. “Naza Poeta Holístico” levantou às 5 horas. Chovia muito. Foi meditar às 6 horas e, após, fez o desjejum. Comeu pão com bananas, chás e mamão. Pela manhã continuou lendo o seu livro – “Felicidade: um trabalho interior” – e também descansou um pouco. Na meditação do meio-dia enviou vibrações positivas à ex-mulher Neusa Maria Vicente e aos filhos Henrique Vicente, Humberto Vicente e Emmanuel Francisco, bem como aos seus pais Artidônio e Ondina. Após a meditação, “Naza Poeta Holístico” e Sandra ficaram juntos e saíram para caminhar. Pouco falavam e quando isso acontecia, cochichavam. Ele observou o clima e disse a ela que chovia muito e que ele só havia levado – para esquentar-se e proteger-se do frio e da umidade – apenas uma peça de roupa quente que era um abrigo e que, se chovesse a semana toda, isso acabaria servindo de aprendizado para ele já que, da primeira vez em que esteve na comunidade de Nazaré, não havia chovido tanto.
Em seguida, almoçaram. “Naza Poeta Holístico” alimentou-se bem pois havia dois tipos de arroz integral, saladas variadas e um purê de batatas delicioso. Todos os alimentos estavam muito gostosos, muito saborosos, tudo muito natural; a comida no “Centro de Vivências Nazaré” é láctea e vegetariana.
Depois do almoço, “Naza Poeta Holístico” passou a escrever em seu diário. Já eram 14 horas e 35 minutos e, nesse momento, “Naza Poeta Holístico” foi tomar um pouco de chá para, após, terminar de ler o seu livro (estava na metade do penúltimo capítulo). Estava pensando também em comprar alguns livros – sobre temas muito interessantes – que havia na comunidade de Nazaré.
Na segunda-feira, 11–1–1993, o dia transcorreu normalmente. Pela manhã, “Naza Poeta Holístico” trabalhou na cozinha e, depois, lavou roupas; nesse dia, ele não começou a prática da vivência – “O Silêncio da Música” –, prática essa em que tinha se inscrevido e que estava marcada para começar nesta data. No período da tarde, “Naza Poeta Holístico” estava sentindo-se um pouco cansado, pois havia tocado violão até altas horas da noite anterior na sala de música do “Centro de Vivências” mas, mesmo assim, acabou indo trabalhar na própria sala de música do “Centro de Vivências”. Foi passada para ele a seguinte instrução de trabalho e vivência: simplesmente recortar fotografias e textos para pendurar na parede. Num desses textos havia um convite para viver o silêncio em Brasília-DF no mês de junho daquele corrente ano. Era um texto muito bonito e falava justamente do silêncio, coincidindo com o tema da vivência em que “Naza Poeta Holístico” estava fazendo naquele momento. À noite, ainda conseguiu tocar um pouco mais do seu violão com as pessoas presentes na sala de música da comunidade.
Na terça-feira, “Naza Poeta Holístico” começou, junto com outros integrantes, a vivência “O Silêncio da Música”. Foi muito interessante. O coordenador chamava-se Willian, um antigo residente de Nazaré. As pessoas que estavam fazendo o workshop começaram a vivência escutando música num tom baixo, que coincidia com o canto dos pássaros e após, começaram a andar devagar, depois mais depressa e Willian sempre pedia para as pessoas pararem, inclusive suas respirações, quando dizia “stop”. Este exercício serviu para dar a idéia do ritmo que cada ser humano possue.
Logo em seguida, os participantes fizeram um círculo, cada um batendo um no joelho do outro, um nos ombros de cada um e, finalmente, um na cabeça do outro. A idéia que deu em “Naza Poeta Holístico” foi a de que cada pessoa era uma nota musical e que cada batida que uma dava na outra, significava que uma nota musical era acionada para que fosse emitida a sua sonoridade. Todos os participantes tinham a obrigação de prestar a atenção também no ritmo um do outro. O facilitador Willian explanou que este trabalho servia para o exercício da prática da “perda da possessividade”, isto é, servia como treinamento para procurar-se sempre vivenciar o tempo presente, para viver o hoje, o “aqui e agora”.
No período da tarde, todos os participantes da vivência “O Silêncio da Música” foram para o jardim da comunidade. Havia trocado de facilitador; a coordenadora agora era a Vilvana. Todos pegaram as ferramentas necessárias para tirar o mato no jardim, mas começou a chover e, então, foram lichar os corrimãos da casa onde residia a Sara Marriott, a americana anciã, escritora e conselheira da comunidade de Nazaré, para mais tarde serem envernizados. “Naza Poeta Holístico” havia percebido que estava chovendo muito em São Paulo naquela semana e que, talvez, isso antecipasse seu retorno, junto com a Sandra, para Florianópolis.
Na terça-feira, 12-1-1993, quando “Naza Poeta Holístico” começou a escrever, percebeu que sentia-se muito cansado. Escreveu até às 18 horas e, neste horário, acabou dormindo e acordou somente às 20 horas e 30 minutos. Em razão disso, perdeu a meditação marcada para as 18 horas e 30 minutos. Quando acordou, ficou com a impressão que tinha sentido a Sandra colocar um papel, com uma mensagem sua, por debaixo da porta do quarto e, neste instante, percebeu que o bilhete estava realmente ali, e o que ela dizia no bilhete é que havia chamado-me para a meditação das 18 horas e 30 minutos e que “Naza Poeta Holístico” não havia respondido; disse também que havia duas maçãs embrulhadas perto da porta do quarto do “Poeta” e que se o mesmo acordasse cedo no outro dia, era para procurá-la porque ela queria muito falar com o Naza. Neste momento, eram aproximadamente 21 horas e 40 minutos e “Naza Poeta Holístico”, que ainda encontrava-se na cama, começou a leitura de outro livro, cuja autoria era de Louise L. Hay, com o seguinte título: “Você pode curar sua vida”. Isso porque “Naza Poeta Holístico” já havia terminado de ler o outro livro que estava lendo: “Felicidade: um trabalho interior”, de John Powell, livro este que havia achado a mensagem muito interessante. “Naza Poeta Holístico” achou sua mensagem tão interessante que iria tentar colocar em prática as mensagens que o conteúdo do texto contém.
Na quarta-feira, 13-1-1993, no período da manhã, os participantes da vivência “O Silêncio da Música” continuaram com a prática do workshop. “Naza Poeta Holístico”, mais o facilitador e coordenador “Willian” e todo o resto do grupo que estava praticando a vivência trabalharam com um pêndulo fixado no forro da residência em que estava sendo feita a prática e o “Willian” o colocava em movimento na forma de circunferência, e isso serviria para trabalhar e demonstrar o ritmo harmonioso das esferas, a fim de vivenciar-se o momento presente, cada instante da vida, o “aqui e agora”. À tarde, todos descansaram, relaxaram e meditaram sobre a prática desta meditação.
Na quinta-feira, 14-1-1993, o dia transcorreu com normalidade. Pela manhã, “Naza Poeta Holístico” trabalhou – em meditação – na arrumação da casa, limpando os banheiros e o corredor. À tarde, foi para a continuidade da prática da vivência “O Silêncio da Música”. Neste dia, os participantes cantaram em diversas tonalidades. No final da meditação, foi feita uma roda e todos entoaram, juntos, diversos cantos. Ao ser finalizada a prática, “Naza Poeta Holístico” e os demais praticantes da vivência estavam sentindo uma enorme sensação de bem-estar e alegria.
Ainda na noite de quinta-feira, “Naza Poeta Holístico” tocou bastante violão acompanhado por uma flauta transversal, muito bem tocada por um paulistano.
No dia seguinte, Sandra e “Naza Poeta Holístico” retornaram a Florianópolis sentindo-se muito bem, felizes e tranqüilos. Mais uma vez, todas as práticas e meditações que o casal havia vivenciado no “Centro de Vivências Nazaré” haviam sido extremamente necessárias para o apoio a ambos na busca do centramento, da reflexão e do autoconhecimento. “Naza Poeta Holístico” sempre será grato a sua ex-esposa – Psicóloga Sandra Mara Weingartner de Souza – por tê-lo levado a conhecer este “Centro de Vivências” maravilhoso, porque o fortaleceu e o ajudou na caminhada da busca do seu amadurecimento.
“Naza Poeta Holístico” também aproveita a oportunidade para agradecer à espiritualista “Sara Marriott” – favor ler sobre sua sucinta biografia ao final deste conto –, na época líder espiritual do “Centro de Vivências Nazaré”, bem como também a todos os “residentes” (porque sempre o trataram muito bem) – num total de 22 que moravam na comunidade –, por ocasião das três vezes em que o mesmo esteve nessa comunidade, comunidade esta voltada para o desenvolvimento do centramento, da reflexão e do autoconhecimento de todas as pessoas que passam por lá.
1ª Observação – Sucinta biografia de “Sara Marriott”:
Nascida nos Estados Unidos, chegou a trabalhar como executiva do movimento do escotismo. Casou e teve um filho, que morreu anos mais tarde. Viuvou e foi para a Suíça. Aos 66 anos, decidiu iniciar sua vida espiritual e foi morar em Findhorn, no norte da Escócia. Ficou lá por 12 anos e, em 1984, a convite do fundador do “Centro de Vivências Nazaré”, o Trigueirinho, veio morar em Nazaré Paulista, tornando-se líder espiritual da Comunidade. Aos 93 anos, está voltando para os Estados Unidos, onde pretende dar cursos e palestras em universidades.
Sara Marriott tem 5 (cinco) livros publicados – “Uma Jornada Interior”, “Ritmos da Vida”, “Nossa Ligação Com Energias Superiores”, “Alegria de Descobrir Anjos da Guarda em Nossas Vidas” e “Jornada Interdimensional” – e está lançando agora um livro de poesias chamado “Reflexões do Novo Milênio”, que reúne 60 poesias canalizadas nos últimos dois anos.
(FONTE: “In” “REVISTA PLANETA”, Editora Três, edição 320, ano 27 – Nº 5 – MAIO 1999 – página 42)
SERVIÇO:
Informações sobre o “Centro de Vivências Nazaré” podem ser obtidas pelo fone (xxx) (11) 7861-1136
(FONTE: “In” “REVISTA PLANETA”, Editora Três, edição 320, ano 27 – Nº 5 – MAIO 1999 – página 45)
2ª Observação – “Naza Poeta Holístico”, após ter feito todos esses cursos e praticado todas essas vivências, entrou em contacto com o SINTE – Sindicato dos Terapeutas – com sede em São Paulo-SP – e, após responder questionário e preencher outros requisitos exigidos por este Sindicato, ainda na década de 90, tornou-se Terapeuta Holístico com autorização para trabalhar na “Terapia em Sincronicidade” (Tarot) e também na Terapia Corporal (Massoterapia Ayurvédica). Como profissional dessa área – Terapia Holística – exerceu apenas, naquela década, a Terapia em Sincronicidade (Tarot), vindo a atender diversos clientes com um retorno muito bom na busca do autoconhecimento, pois todas as pessoas consultadas saiam muito bem e felizes.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 29/08/2010
Código do texto: T2465974
Poluição e responsabilidade (Dano Ambiental)
Em face de tantas considerações que são transmitidas pelos meios de comunicação cotidianamente, percebe-se que os homens, neste século XXI, estão com suas preocupações voltadas para o grave problema da poluição do meio ambiente.
Todas as nações do mundo devem participar deste movimento de conscientização ecológica e percebe-se que não há mais tempo a perder. Somente com equilíbrio ecológico é que garantiremos vida à espécie humana no futuro.
Em solidariedade a esta campanha é que foi escrita a canção "Dano Ambiental" que é uma suscinta mensagem de alerta a fim de colaborar para impedir a ameaça do suicídio coletivo da humanidade, em razão do desmatamento das florestas, destruição da camada de ozônio, destruição dos rios, das praias etc.
Mesmo que possa parecer pequena essa contribuição, ao se tornar coletiva poderá ter um peso considerável nos cursos dos eventos ambientais.
Dano ambiental (*)
Estão machucando nossos corações,
O céu armado é cinzento,
O chão pisado é poeirento!
Que lamento!
São feitas as imposições
Pelo homem veemente,
Na sociedade intransigente.
Cuidado, gente!
Natureza poluída,
Natureza devastada,
Humanidade assolada,
É nosso mundo que se vai,
Revoluções industriais!
É nosso mundo que se vai,
Revoluções industriais!
Revoluções...
Revoluções industriais!
Quem pode parar um rio,
Quem pode me impedir
De tudo isso falar!
Vamos alertar!
Com toda a devastação,
No futuro é ilusão
Que haja um meio natural!
Dano ambiental!
(*) Classificada no 7º Festival Municipal da Canção de São José–SC, Grande Florianópolis, realizado nos dias 18, 19 e 20 de agosto de 1989.
(*) Classificada na XV SECOR – Semana Cultural de Orleans–SC, realizada em setembro de 1989.
(*) Este poema foi publicado no livro “Aconchego”, editado pela “Academia de Letras de Biguaçu”, Grande Florianópolis.
Gráfica Editora Pallotti, pág. 79, 2003.
"Site" da Academia: www.academiadeletrasdebiguacu.com.br
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 24/08/2010
Código do texto: T2457499
Todas as nações do mundo devem participar deste movimento de conscientização ecológica e percebe-se que não há mais tempo a perder. Somente com equilíbrio ecológico é que garantiremos vida à espécie humana no futuro.
Em solidariedade a esta campanha é que foi escrita a canção "Dano Ambiental" que é uma suscinta mensagem de alerta a fim de colaborar para impedir a ameaça do suicídio coletivo da humanidade, em razão do desmatamento das florestas, destruição da camada de ozônio, destruição dos rios, das praias etc.
Mesmo que possa parecer pequena essa contribuição, ao se tornar coletiva poderá ter um peso considerável nos cursos dos eventos ambientais.
Dano ambiental (*)
Estão machucando nossos corações,
O céu armado é cinzento,
O chão pisado é poeirento!
Que lamento!
São feitas as imposições
Pelo homem veemente,
Na sociedade intransigente.
Cuidado, gente!
Natureza poluída,
Natureza devastada,
Humanidade assolada,
É nosso mundo que se vai,
Revoluções industriais!
É nosso mundo que se vai,
Revoluções industriais!
Revoluções...
Revoluções industriais!
Quem pode parar um rio,
Quem pode me impedir
De tudo isso falar!
Vamos alertar!
Com toda a devastação,
No futuro é ilusão
Que haja um meio natural!
Dano ambiental!
(*) Classificada no 7º Festival Municipal da Canção de São José–SC, Grande Florianópolis, realizado nos dias 18, 19 e 20 de agosto de 1989.
(*) Classificada na XV SECOR – Semana Cultural de Orleans–SC, realizada em setembro de 1989.
(*) Este poema foi publicado no livro “Aconchego”, editado pela “Academia de Letras de Biguaçu”, Grande Florianópolis.
Gráfica Editora Pallotti, pág. 79, 2003.
"Site" da Academia: www.academiadeletrasdebiguacu.com.br
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 24/08/2010
Código do texto: T2457499
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Amo-te! (*)
Amo-te,
Assim como o luar cristalino que,
Com sua luz amorosa,
Ama a Terra com sua energia radiante e inebriante!
Amo-te,
Como a energia fresca do bosque,
Cuja correnteza das águas do riacho
Transmuta toda negatividade em otimismo,
Solidariedade, atenção, afeto e companheirismo!
Amo-te
Por pura amizade e puro êxtase,
Por pura compreensão e puro deleite,
Por pura tranqüilidade, conforto e confiança,
Por pura consciência e autenticidade!
Amo-te!
(*) Postado no -JORNAL DA CIDADE ONLINE -
COLUNA: "SÓ POESIAS"
POSTAGEM 29/08/2010
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 22/08/2010
Código do texto: T2452868
Assim como o luar cristalino que,
Com sua luz amorosa,
Ama a Terra com sua energia radiante e inebriante!
Amo-te,
Como a energia fresca do bosque,
Cuja correnteza das águas do riacho
Transmuta toda negatividade em otimismo,
Solidariedade, atenção, afeto e companheirismo!
Amo-te
Por pura amizade e puro êxtase,
Por pura compreensão e puro deleite,
Por pura tranqüilidade, conforto e confiança,
Por pura consciência e autenticidade!
Amo-te!
(*) Postado no -JORNAL DA CIDADE ONLINE -
COLUNA: "SÓ POESIAS"
POSTAGEM 29/08/2010
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 22/08/2010
Código do texto: T2452868
Acordos!
A vida é feita de acordos:
Acordos para se associar e amar!
Acordos para se separar!
Acordos para se associar e trabalhar!
Acordos para se divertir e brincar,
E tudo, na vida, precisamos acordar...
Até mesmo, se possível,
Na hora final ou derradeira
O acordo deverá reinar!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2010
Código do texto: T2434262
Acordos para se associar e amar!
Acordos para se separar!
Acordos para se associar e trabalhar!
Acordos para se divertir e brincar,
E tudo, na vida, precisamos acordar...
Até mesmo, se possível,
Na hora final ou derradeira
O acordo deverá reinar!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2010
Código do texto: T2434262
Apaixonados!
Quando se quer um grande
amor,
tem que se saber também
amar!
Houve um dia uma grande
ilusão,
eu e você,
união de dois corações
apaixonados!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2010
Código do texto: T2434259
amor,
tem que se saber também
amar!
Houve um dia uma grande
ilusão,
eu e você,
união de dois corações
apaixonados!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2010
Código do texto: T2434259
Um canto à amada e ao amado! (*)
Inha,
quero-te, eu sei que te amo.
Inha,
preciso saber do nosso amor.
Quero sentir tua vida
em minha vida e nada mais,
como um sonho que se torna real.
Caminharemos se preciso
pro infinito no além,
iluminados pela luz do nosso amor.
Inho,
quero-te, eu sei que te amo.
Inho,
preciso saber do nosso amor.
Quero sentir tua vida
em minha vida e nada mais,
como um sonho que se torna real.
Caminharemos se preciso
pro infinito no além,
iluminados pela luz do nosso amor.
Inho,
quero-te, eu sei que te amo.
Inha, preciso saber do nosso amor.
Quero sentir tua vida
em minha vida e nada mais,
como um sonho que se torna real.
Caminharemos se preciso
pro infinito no além,
iluminados pela luz do nosso amor.
Inha, quero-te!
Inho, quero-te!
Inha, quero-te!
Inho, quero-te!
Inha...,
Inho...!
(*) O poeta Vinícius de Moraes, sempre que podia, chamava as pessoas pelos seus nomes no “diminutivo”, porque indica "carinho".
Por exemplo: Pedrinho, Chiquinho, Toquinho, Joaninha, Paulinha etc.
Então, o nome da pessoa - "Inha" ou "Inho" - por quem "Naza Poeta Holístico" faz menção, ou chama, na letra da música, foi inspirada no modo de como o poetinha Vinícius de Moraes se dirigia às pessoas, ou seja, com o sufixo dos nomes no diminutivo.
"Inha" ou "Inho", então, traduz-se em carinho, atenção, diálogo, compreensão, afeição e ternura e foi composta para que todos os homens e mulheres lembrem disso e possam cantar essa melodia para suas amadas e seus amados, com grande amor.
“Inha” é o “diminutivo” de qualquer nome feminino, senão vejamos: Mariazinha, Rosinha, Lucinha, Elianezinha, Bethinha, Galzinha, Ritinha, Adrianazinha, Claudinha, Celinha, Cristininha, Glorinha, Gracinha, Martinha, Marcinha, Zelinha, Renatinha etc., e "Inho" é o “diminutivo” de qualquer nome masculino, senão vejamos:
Henriquinho, Humbertinho, Ronaldinho, Mauricinho, Robertinho, Emmanuelzinho, Andrézinho, Ricardinho, Joãozinho etc.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2010
Código do texto: T2434257
quero-te, eu sei que te amo.
Inha,
preciso saber do nosso amor.
Quero sentir tua vida
em minha vida e nada mais,
como um sonho que se torna real.
Caminharemos se preciso
pro infinito no além,
iluminados pela luz do nosso amor.
Inho,
quero-te, eu sei que te amo.
Inho,
preciso saber do nosso amor.
Quero sentir tua vida
em minha vida e nada mais,
como um sonho que se torna real.
Caminharemos se preciso
pro infinito no além,
iluminados pela luz do nosso amor.
Inho,
quero-te, eu sei que te amo.
Inha, preciso saber do nosso amor.
Quero sentir tua vida
em minha vida e nada mais,
como um sonho que se torna real.
Caminharemos se preciso
pro infinito no além,
iluminados pela luz do nosso amor.
Inha, quero-te!
Inho, quero-te!
Inha, quero-te!
Inho, quero-te!
Inha...,
Inho...!
(*) O poeta Vinícius de Moraes, sempre que podia, chamava as pessoas pelos seus nomes no “diminutivo”, porque indica "carinho".
Por exemplo: Pedrinho, Chiquinho, Toquinho, Joaninha, Paulinha etc.
Então, o nome da pessoa - "Inha" ou "Inho" - por quem "Naza Poeta Holístico" faz menção, ou chama, na letra da música, foi inspirada no modo de como o poetinha Vinícius de Moraes se dirigia às pessoas, ou seja, com o sufixo dos nomes no diminutivo.
"Inha" ou "Inho", então, traduz-se em carinho, atenção, diálogo, compreensão, afeição e ternura e foi composta para que todos os homens e mulheres lembrem disso e possam cantar essa melodia para suas amadas e seus amados, com grande amor.
“Inha” é o “diminutivo” de qualquer nome feminino, senão vejamos: Mariazinha, Rosinha, Lucinha, Elianezinha, Bethinha, Galzinha, Ritinha, Adrianazinha, Claudinha, Celinha, Cristininha, Glorinha, Gracinha, Martinha, Marcinha, Zelinha, Renatinha etc., e "Inho" é o “diminutivo” de qualquer nome masculino, senão vejamos:
Henriquinho, Humbertinho, Ronaldinho, Mauricinho, Robertinho, Emmanuelzinho, Andrézinho, Ricardinho, Joãozinho etc.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 12/08/2010
Código do texto: T2434257
Iluminados!
Somente com "luz" - que é sinônimo de centramento, discernimento e autenticidade - é que conseguiremos iluminar quem está na escuridão. Procuremos ser, então, eternos faróis iluminados!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 10/08/2010
Código do texto: T2430174
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 10/08/2010
Código do texto: T2430174
Insensatez e insolência
"O insensato e insolente deve ser, no início, ignorado
e, posteriormente, se a sua ação nefasta, contraditória
e paradoxal continuar, deve ser tratado com total
indiferença por sua vítima"!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 29/07/2010
Código do texto: T2406351
e, posteriormente, se a sua ação nefasta, contraditória
e paradoxal continuar, deve ser tratado com total
indiferença por sua vítima"!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 29/07/2010
Código do texto: T2406351
A música!
"A música é uma meditação.
Cultivá-la é vivenciar o divino e sentir a essência do todo"!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2010
Código do texto: T2398629
Cultivá-la é vivenciar o divino e sentir a essência do todo"!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2010
Código do texto: T2398629
Maldade
"A maldade encontra-se na mente de pessoas ignorantes"!
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2010
Código do texto: T2398623
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 25/07/2010
Código do texto: T2398623
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