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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Encostas do poente (*)

Amar,
Palavra bela e sem ela
O amor não existirá.
Quando escrita na areia
É beijada pelas ondas do mar,
Pelas ondas, pelas ondas,
Pelas ondas, pelas ondas do mar!

Amar
É a grande prova que faz o amor,
Paixão e sonhar!
Quando escrita na areia
É querida pelas ondas do mar
E meu amor parado na beira da praia
Olha o barco a velejar!
Olha o barco a velejar!

O mar
Beija a areia com as ondas
E a estrela caminha contigo no mar!
O sol quando se põe no horizonte
Banha com sua luz a areia do mar
E meu amor no sonho da beira da praia
Olha o barco a velejar,
Olha o barco a velejar,
Nas encostas do poente,
Nas encostas do poente,
Pelas ondas, pelas ondas,
Pelas ondas, pelas ondas do mar!


(*) Classificada no Prêmio Zininho de Música – edição 1994, no TAC (Teatro Álvaro de Carvalho), Florianópolis, onde foi apresentada no dia 1º de novembro.

(*) Este poema foi publicado no livro “Aconchego”,
editado pela “Academia de Letras de Biguaçu”,
Grande Florianópolis. Gráfica Editora Pallotti,
pág. 80, 2003.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 10/02/2010
Código do texto: T2080373

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