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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Dano ambiental (*)

Estão machucando nossos corações,
O céu armado é cinzento,
O chão pisado é poeirento!
Que lamento!

São feitas as imposições
Pelo homem veemente.
Sociedade intransigente.
Cuidado, gente!

Natureza poluída,
Natureza devastada,
Humanidade assolada,
É nosso mundo que se vai,
Revoluções industriais!
É nosso mundo que se vai,
Revoluções industriais!
Revoluções,
Revoluções industriais!

Quem pode parar um rio,
Quem pode me impedir
De tudo isso falar!
Vamos alertar!

Com toda a devastação,
No futuro é ilusão
Aquele meio natural!
Dano ambiental!

(*) Classificada no 7º Festival Municipal da Canção de São José–SC, realizado nos dias 18, 19 e 20 de agosto de 1989;

(*) Classificada na XV SECOR – Semana Cultural de Orleans–SC, realizada em setembro de 1989.

(*) Este poema foi publicado no livro “Aconchego”,
editado pela “Academia de Letras de Biguaçu”,
Grande Florianópolis. Gráfica Editora Pallotti,
pág. 79, 2003.
Naza Poeta Holístico
Publicado no Recanto das Letras em 10/02/2010
Código do texto: T2080359

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